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quarta-feira, 14 de abril de 2010

IRMÃOS VILAS-BOAS

42 ANOS DE UMA LUTA EM FAVOR DOS VERDADEIROS DONOS DO BRASIL




Os Irmãos Vilas-Boas, Orlando (1914-2002), Cláudio (1916-1998) e Leonardo Vilas-Boas (1918-1961), foram importantes sertanistas brasileiros.



O mundo estava em plena Segunda Grande Guerra, falava-se até na declaração de uma alta autoridade européia que teria proposto ocupar os vazios do Brasil Central com as populações excedentes da Europa, já que a tônica da guerra era o espaço vital. Isso serviu para que tomasse vulto os planos de mudança da capital do país, localizada numa cidade litorânea, como era o caso do Rio de Janeiro, para o Brasil Central.

Assim, pode-se dizer que uma série de fatores ensejou a Marcha para o Oeste, todos relacionados com o contexto beligerante de então.


Expedição, década de 1940.Orlando, Cláudio e Leonardo tomaram parte desde as primeiras atividades da vanguarda da Expedição Roncador-Xingu criada pelo Governo Federal no início de 1943 com o objetivo, então, de conhecer e desbravar as áreas mostradas em branco nas nossas cartas geográficas. O índio apareceria, mais tarde, diante da Expedição como um "obstáculo".

Posteriormente foram designados chefes da Expedição. Em face disso foram acelerados todos os trabalhos em andamento, possibilitando assim que fosse vencida a grande e difícil etapa Rio das Mortes - Alto Xingu. A segunda etapa, ainda mais longa Xingu - Serra do Cachimbo - Tapajós, deixou no roteiro uma dezena de campos de pouso. Alguns desses campos - Aragarças, Xavantina, Xingu, Cachimbo, e Jacaréacanga, foram mais tarde transformados em Bases Militares e em importantes pontos de apoio de rotas aéreas nacionais e transcontinentais pelo Ministério da Aeronáutica. Outros campos intermediários como o Kuluene, Xingu, Posto Leonardo Vilas-boas, Diauarum, Telles Pires e Kren-Akôro, tornaram-se Postos de assistência aos índios.

Leonardo, Cláudio e Orlando foram os principais idealizadores e participaram do grupo integrado pelo marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, Heloísa Alberto Torres – então diretora do Museu Nacional, Café Filho - então vice-presidente da República, brigadeiro Raimundo Vasconcelos de Aboim, Darcy Ribeiro e José Maria da Gama Malcher - diretor do Serviço de Proteção aos Índios, que, pleiteou ao presidente da República a criação do Parque Nacional do Xingu. A criação desse parque visava preservar a fauna e a flora ainda intocada da região, assim como, principalmente, resguardar as culturas indígenas da área. Dessa reunião também participou o médico sanitarista Noel Nutels.


Orlando e Cláudio Vilas-boas.Como decorrência dos esforços envidados pelos irmãos Vilas-boas e pelo auxílio das personalidades citadas, foi criado, em 1961, o Parque Nacional do Xingu, a mais importante reserva indígena das Américas.

No que tange à fauna e à flora, a reserva procuraria guardar para o Brasil futuro um testemunho do Brasil do Descobrimento, considerando-se a descaracterização violenta pela qual vem passando as nossas reservas naturais. Ali, a reserva mostraria ao Sul os últimos descampados e cerrados do Brasil Central - para através de uma transição busca, mostrar ao Norte, com toda a exuberância, a Hiléia Amazônica caracterizada pelas seringueiras, cachoeiras, castanheiras e as gigantescas samaumeiras.Por fim, cabe registrar que no roteiro das Expedição Roncador-Xingu, órgão da vanguarda da Fundação Brasil Central, em toda a sua extensão entre os Rios Araguaia e Mortes, Mortes e Kuluene (região da Serra do Roncador), Kuluene-Xingu (abrangendo extenso vale), Xingu-Mauritsauá (cobrindo ampla região do Rio Teles Pires ou São Manuel, alcançando, ainda, a encosta e o alto da Serra do Cachimbo, nasceram mais de quarenta municípios e vilas, quatro bases de proteção de vôo do Ministério da Aeronáutica, dentre as quais se destaca a Base da Serra do Cachimbo.


A permanência efetiva dos irmão Vilas-boas na área do sertão foi de 42 anos.

Declínio da política indigenista
Depois de 45 anos defendendo a política indigenista, nascida da experiência do grande humanista Marechal Rondon, de que o índio só sobrevive na sua própria cultura, foi dispensado através de comunicação por fax do órgão do qual foi um dos fundadores: Fundação Nacional do Índio, a Funai. O fato causou grande reação da opinião pública, principalmente por cartas de leitores publicadas nos mais importantes jornais do Brasil.

Leonardo, o mais jovem, faleceu em 1961, Cláudio, o mais estudioso faleceu em 1998 e Orlando o mais velho faleceu em 2002.


Espalhados em pequenos grupos por este imenso País, destituídos da pujança do passado, perseguidos e incompreendidos ainda pela grande maioria da população CIVILIZADA os indios não passam de diminutas "ilhas humanas" cercada de inimigos de todos os lados. (irmãos Vilas-Boas)

DICAS DE BELEZA DE AUDREY HEPBURN

AO SER PERGUNTADA EM UMA ENTREVISTA QUAIS ERAM AS DICAS DE BELEZA QUE ELA SEGUIA ELA RESPONDEU:


Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.



Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.



A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.


Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.


A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.




A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.



Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos: uma é para ajudar a nós mesmos, a outra é para ajudar o próximo.

COM CARINHO RECEBI ESSAS FRASES DE DENISE MORAES, ADOREI.....E BLOGUEI











terça-feira, 13 de abril de 2010

ANGELA MARIA


Ângela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Conceição de Macabu, 13 de maio de 1928) é uma cantora brasileira.

Começou cantando em coro de Igreja. Enquanto trabalhava numa fábrica de lâmpadas, participava, às escondidas, de programas de calouros. Adotou o nome de Ângela Maria para não ser identificada pela família. Como ganhava todos os concursos, foi cantar no famoso Dancing Avenida e depois na rádio Mayrink Veiga. Em 1951 gravou o primeiro disco. Veio assim o sucesso que sempre a acompanhou. Atuou em cinema, no longa-metragem Portugal, Minha Saudade (1973).

Ângela Maria consagrou-se como uma das grandes intérpretes do gênero samba-canção (surgido na década de 1930), ao lado de Maysa, Nora Ney e Dolores Duran.

Gravou dezenas de sucessos como Não Tenho Você, Babalu, Cinderela, Moça Bonita, Vá, mas Volte, Garota Solitária, Falhaste coração, Canto paraguaio, A noite e a despedida, Gente humilde, Lábios de mel, etc.

Em 1996, foi contratada pela gravadora Sony Music e lançou o CD Amigos, com a participação de vários artistas como Roberto Carlos, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. O trabalho foi um sucesso, celebrado num espetáculo no Metropolitan, atual Claro Hall (Rio de Janeiro), e um especial na Rede Globo. O disco vendeu mais de 500 mil cópias.

Foi uma fase muito feliz da carreira da cantora que, no ano seguinte, apresentou o álbum Pela Saudade que Me Invade, com sucessos de Dalva de Oliveira, e um ano depois gravou, com Agnaldo Timóteo, o CD Só Sucessos, também na lista dos cem álbuns nacionais mais vendidos. Após a saída da Sony, Ângela voltou a gravar em 2003, desta vez pela Lua Discos, o Disco de Ouro, com um viés eclético, abrangendo compositores que vão de Djavan a Dolores Duran.

LILA WALLACE ....DEIXOU PARTE DE SUA FORTUNA PARA AS FLORES........










O museu mais lindo e importante de Nova York, o Metropolitan Museum of Art, ou Met para os íntimos, nos arrepia logo na entrada. No vão principal, conhecido como Great Hall, onde milhares de visitantes se esbarram por dia, há um detalhe marcante: as flores. Em cinco vasos gigantes, elas nos presenteiam com um ar de novidade, de frescor e de vida. Trocadas todas as segundas-feiras, quando o museu fecha para visitação pública, este presente está lá graças a uma mulher. Lila Acheson Wallace (1889-1984) que, ao falecer, deixou parte de sua fortuna para que as flores do Met não morressem com ela. Isso se chama filantropia. E também se chama amor.

Lila, juntamente com seu marido DeWitt Wallace, fundou em 1922 a revista Reader’s Digest. Hoje, a publicação tem 100 milhões de leitores em 163 países. Mas o começo não foi fácil: depois de baterem `a porta de diversas editoras e ouvirem ‘não’, resolveram colocar a mão na massa no porão do apartamento do casal, no Greenwich Village, em Manhattan. Na época, a circulação contabilizava de 5 mil exemplares. Lila cuidava dos negócios e DeWitt, da parte editorial.
Filha de imigrantes irlandeses e escoceses da igreja presbeteriana, Lila era a terceira de cinco filhos. Cresceu no centro-oeste americano e na infância andava `a cavalo e caçava. Formou-se em inglês e – ao contrário da vontade do pai, que não queria vê-la trabalhar – ela iniciou sua carreira como professora. Depois disso, voltou-se para trabalhos sociais, principalmente durante a Primeira Guerra Mundial. Lila recusou o primeiro pedido de DeWitt em casamento, mas não resistiu ao segundo. Quando ele faleceu em 1981, ela passou a ser a única dona da revista. Eles não tiveram filhos.O sucesso editorial lhe deu a oportunidade de gerenciar 60 milhões de dólares em filantropia. Lila se dedicou `as áreas de saúde, educação, música e artes. Foi uma das maiores doadoras do Met.
Metropolitan Museum of Art – Quinta Avenida entre as ruas 82 e 85 (www.metmuseum.org) Wallace Foundation –
www.wallacefoundation.org
por TANIA MENAI

domingo, 11 de abril de 2010

Os céticos diziam que ele seria desmascarado e que iria cair.Chico, no entanto, dizia que não iria cair, pois nunca havia se levantado... CHICO XAVIER


Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 — Uberaba, 30 de junho de 2002), nascido como Francisco de Paula Cândido[ e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.
Nascido de uma família pobre em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs. Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo, somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Francisco de Paula Cândido foi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, substituído pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier .Sua credibilidade serviu de incentivo para que médiuns espíritas e não-espíritas realizassem trabalhos espirituais abertos ao público. Chico é lembrado principalmente por suas obras assistenciais em Uberaba, cidade onde faleceu. Nos anos 1970 passou a ajudar pessoas pobres com o dinheiro da vendagem de seus livros, tendo para tanto criado uma fundação.
Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade, quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada. Na casa de sua madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da mesma para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.
No ano de 1924, termina o curso primário e não voltou a estudar, começando a trabalhar como auxiliar de cozinha em um restaurante no ano de 1925. No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal .
Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca. Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Recentemente, iniciou-se a construção de um centro em sua homenagem.


Antes de sua morte, ele havia deixado uma espécie de código com pessoas de sua confiança para que pudessem ratificar sua presença quando houvesse um contato. Já nos aproximamos do décimo ano de sua morte e nenhum contato foi confirmado até o momento.

Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias.Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.
Mesmo não tendo ensino completo ele escrevia em torno de 6 livros por ano entre eles livros de romances, contos, filosofia, ensaios, apólogos, crônicas, poesias... É o escritor mais lido da América Latina.


Uma de suas psicografias mais famosas, e que teve repercussão mundial, foi a do caso de Goiânia em que José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques, foi inocentado pelo juiz que aceitou como prova válida (entre outras que também foram apresentadas pela defesa) um depoimento da própria vítima, já falecida, através de texto psicografado por Chico Xavier. O caso aconteceu em outubro de 1979, na cidade de Goiânia, Goiás. Assim, o presumido espírito de "Maurício" teria inocentado o amigo dizendo que tudo não teria passado de um acidente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

UM MITO EM FORMAÇÃO



"CIÇA" MONTE ALEGRE

Os animais foram
imperfeitos,
compridos de rabo, tristes
de cabeça.
Pouco a pouco se foram
compondo,
fazendo-se paisagem,
adquirindo pintas, graça, vôo.
O gato,
só o gato
apareceu completo
e orgulhoso:
nasceu completamente terminado,
anda sozinho e sabe o que quer.


PABLO NERUDA

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

ALEXANDRE MCQUEEN


Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.
O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.


Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:

Perda de energia ou interesse
Humor deprimido
Dificuldade de concentração
Alterações do apetite e do sono
Lentificação das atividades físicas e mentais
Sentimento de pesar ou fracasso

Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.

Outros sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são:

Pessimismo
Dificuldade de tomar decisões
Dificuldade para começar a fazer suas tarefas
Irritabilidade ou impaciência
Inquietação
Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer
Chorar à-toa
Dificuldade para chorar
Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança...
Dificuldade de terminar as coisas que começou
Sentimento de pena de si mesmo
Persistência de pensamentos negativos
Queixas freqüentes
Sentimentos de culpa injustificáveis
Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual


Diferentes tipo de depressão
Basicamente existem as depressões monopolares (este não é um termo usado oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas.


A identificação da depressão
Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.


Causa da Depressão
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica. Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi.
Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.


O motivo dessa postagem relaciona-se as perdas de pessoas por causa dessa doença...

HOMENAGEM A CORAGEM EM VIDA PELA IRREVERENCIA ,PELO TALENTO E CORAGEM PRINCIPALMENTE QUE MANTEVE ATE O FINAL..

Alexandre Mcqueen

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

STONNEWALL O INICIO...A 40 ANOS

STONNEWALL E A ORIGEM DO MOVIMENTO GLBT
28 DE JUNHO DE 1969

E O PORQUE DO ARCO-IRIS???


Mas o que aconteceu de especial no bar Stonewall Inn ???
Nova Iorque, noite de 28 de Junho de 1969. No bar gay Stonewall Inn se chorava a morte de Judy Garland. Certo é que o bar estava cheio, na melhor noite da semana. Até que, como era rotina na altura, a policia decidiu fazer uma rusga. Mas nessa noite as pessoas - habituadas às rusgas violentas apenas e só por se encontrarem num local gay - decidiram resistir. Estavam fartas de ser atropeladas, agredida, humilhadas. E à medida que a policia esvaziava o bar, as cerca de duzentas pessoas iam-se acumulando à porta à porta do Stonewall, gritando «violência policial!» e atirando garrafas, moedas e o que podiam contra os policias. Como era sábado à noite e o Stonewall Inn ficava em Greenwich Village, (uma zona de Nova Iorque que já na altura era frequentada por muitas e muitos LGBT's) rapidamente aumentou o número de pessoas envolvidas no protesto. Até que se inverteram os papeis, tendo os agentes da polícia que se barricar no bar, protegendo-se das agressões e gritos! Relatos da altura contam que por pouco não houve troca de tiros. Mas vieram reforços policias para tentar controlar a crescente multidão, que entretanto continuava em fúria e gritava a sua revolta, sem recuar. Stonewall ficou para a história do movimento LGBT por isto: pela primeira vez alguém resistiu e arrastou consigo muitas pessoas. Na altura, como hoje, uma só voz contra a discriminação pode ser forte, mas muitas mais fazem a força!
"De repente, a polícia chegou e as coisas aqueceram. Três das mais descaradas travestis - todas em drag - foram empurradas para dentro da viatura, tal como o barman e um outro funcionário, sob um coro de vaias da multidão. Alguém gritou incentivando o povo a virar o carro da polícia. Nisso, saía do bar uma lésbica, que começou uma briga com os polícias. Foi nesse momento que a cena se tornou explosiva. Latas e garrafas de cerveja começaram a ser atiradas em direcção às janelas e uma chuva de moedas foi lançada sobre os polícias..." No dia seguinte os polícias voltaram ao bar. Mas a multidão de gays, lésbicas e travestis também voltou mais organizada, com uma atitude mais política, e alguns começaram a pichar frases nas vitrines e nas paredes, reclamando direitos iguais. Outros gritavam exigindo o fim das rusgas nos bares gays. Novamente a multidão atirou pedras e garrafas em direcção aos polícias e mais uma vez a polícia investiu contra os manifestantes. Os homossexuais contaram com a solidariedade dos habitantes locais e tudo só acabou com a decisão do Presidente da Câmara de acabar com a violência policial. No terceiro dia, um domingo, as coisas pareciam ter voltado ao normal e o bar Stonewall foi reaberto. Os seus clientes habituais voltaram, a polícia deixou-os em paz por um tempo e os jornais acabaram por se ocupar de outros assuntos. Mas na verdade tudo havia mudado. A partir daquele dia, aqueles gays, lésbicas e travestis perceberam que nunca iriam ser aceites pela sociedade se ficassem apenas à espera e a depender da boa vontade da sociedade. A rebelião mostrou que a atitude que deveria ser tomada era a do enfrentamento. O discurso mudou. Nada mais de pedir para ser aceite: era preciso exigir respeito. Foi assim que nasceu o Dia do Orgulho Gay, coincidentemente, no mesmo dia em que morreu Judy Garland, ícone máximo da comunidade gay que, em "O Feiticeiro de Oz", sonhava com um mundo melhor, além do arco-íris:






"Somewhere, over the rainbow, way up high, There's a land that I heard of once in a lullaby. Somewhere, over the rainbow, skies are blue, And the dreams that you dare to dream really do come true
"Em algum lugar sobre o arco-íris Bem lá no alto E os sonhos que você sonhou Uma vez em um conto de ninar Em algum lugar sobre o arco-íris Pássaros azuis voam E os sonhos que você sonhou Sonhos realmente se tornam realidade "
JUDY GARLAND

sábado, 16 de janeiro de 2010

ZILDA ARNS UMA DAMA UMA MULHER UM CORAÇÃO....



O casal de imigrantes alemães Gabriel Arns e Helene Steiner teve 16 filhos. Zilda Arns Neumann, a 13ª criança, nasceu em Forquilhinha, no interior de Santa Catarina. Em 26 de dezembro de 1959, casou-se com Aloísio Bruno Neumann (1931-1978), com quem teve seis filhos: Marcelo (falecido três dias após o parto), Rubens, Nelson, Heloísa, Rogério e Sílvia (que faleceu em 2003 num acidente automobilístico). Zilda Arns era avó de nove netos.
Formada em medicina pela UFPR, aprofundou-se em saúde pública, pediatria e sanitarismo, visando a salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Compreendendo que a educação revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças de fácil prevenção e a marginalidade das crianças, para otimizar a sua ação, desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre bíblico da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6:1-15).
A sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças César Pernetta, em Curitiba, e, mais tarde, como diretora de Saúde Materno-Infantil da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico as seguintes especializações:

Educação em Saúde Materno-Infantil, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP);
Saúde Pública para Graduados em Medicina, na Faculdade de Saúde Pública (USP)
Em 1983, a pedido da CNBB, criou a Pastoral da Criança juntamente com o presidente da CNBB, dom Geraldo Majella, Cardeal Agnelo, Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil , que, à época, era Arcebispo de Londrina. No mesmo ano, deu início à experiência a partir de um projeto-piloto em Florestópolis, Paraná. Após vinte e cinco anos, a pastoral acompanhou 1 816 261 crianças menores de seis anos e 1 407 743 de famílias pobres em 4060 municípios brasileiros. Neste período, mais de 261 962 voluntários levaram solidariedade e conhecimento sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres, criando condições para que elas se tornem protagonistas de sua própria transformação social.
Para multiplicar o saber e a solidariedade, foram criados três instrumentos, utilizados a cada mês:
Visita domiciliar às famílias
Dia do Peso, também chamado de Dia da Celebração da Vida
Reunião Mensal para Avaliação e Reflexão
Em 2004, recebeu da CNBB outra missão semelhante: fundar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de cem mil idosos são acompanhados mensalmente por doze mil voluntários de 579 municípios de 141 dioceses de 25 estados brasileiros.
Dividia seu tempo entre os compromissos como coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e a participação como representante titular da CNBB no Conselho Nacional de Saúde, e como membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).Zilda Arns encontrava-se no Haiti em missão humanitária e preparava-se para uma palestra sobre a Pastoral da Criança, na Conferência dos Religiosos do Caribe. Foi uma das vítimas fatais do forte terremoto que atingiu Porto Príncipe, em 12 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

DETESTO AS BOAZINHAS....

GOSTO DE PERSONAGENS COM PERSONALIDADE, POR ISSO "BOAZINHA" SÓ NO CEMITÉRIO, POIS QUANDO MORREM TODOS DIZEM

"ERA TÃO BOAZINHA" CREDO.....

ENTÃO VOU FALAR DAS MINHAS MARAVILHOSAS E PODEROSAS E NÃO BOAZINHAS....


Madame Min uma bruxa má, inimiga de Merlin, o mago bom que estava orientando Artur para se tornar o futuro rei da Inglaterra. Num dia, os dois travam uma batalha e se transformam em animais ameaçadores. Mas Merlin, então, vira uma bactéria e derrota Min.
Min conhece em 1965 Maga Patalogika. Desde então, as duas se tornaram parceiras e já participaram de várias aventuras juntas. É ela quem ajuda Maga em suas investidas contra o Patinhas.Na verdade, as duas acabam fazendo mais confusões do que maldades, já que a maioria de seus feitiços acaba funcionando ao contrário.Além de Maga Patalógika, Madame Min também já esteve ao lado dos Irmãos Metralha e de Mancha Negra, por quem, aliás, ela é perdidamente apaixonada.Judiação apaixonada e sem tempo de se embelezar,e o mancha negra não da atenção devida a essa pobre mulher que sofre esse amor platônico ....




Maga Patalógika com suas formas sedutoras e o estilo Femme Fatale, vêm de Mortícia Adams.Maga é italiana, descende de Circe (da mitologia grega) e morava nas encostas do Vesúvio. Lá, vivia de fazer pequenos encantos, rogar pragas, formular poções. Coisas simples que qualquer bruxa conseguiria fazer. Seu sonho, entretanto, era tornar-se a bruxa mais poderosa do mundo.Depois de muito estudar, Maga descobre uma fórmula para um amuleto muito poderoso. Os ingredientes? Meia dúzia de moedas que pertencessem ou tivessem pertencido aos homens mais ricos do mundo, que deveriam ser derretidas nas lavas do Vesúvio e, a seguir, fundidas. Ela passa então a percorrer o mundo atrás das moedas. Até que um dia descobre que em Patopolis vivia um pato "milhardário", chamado Patinhas e que possuía a primeira moedinha que ele tinha ganho na vida, a "moeda nº 1", seu talismã. Maga acredita que essa moeda será o ingrediente principal de seu amuleto e passa a tentar roubá-la de todas as formas.Algumas vezes a bruxa até já conseguiu pegá-la, mas tio Patinhas, Donald e seus sobrinhos sempre recuperam a moeda.Pensem quanto ela sofre e como tem desvantagem pois luta sozinha contra uma familia inteira ,uma mulher só ,que além de tudo tem que permanecer linda pois acabou nutrindo um carinho especial ao Patinhas e principalmente a sua moedinha custa??? doar 1 centavo para fazer uma mulher feliz custa????????.....


Madame Medusa em BERNARDO E BIANCA, conta a história de dois corajosos ratinhos ( metidos) que embarcam em uma emocionante aventura para resgatar a pequena órfã Penny. A jornada começa quando Penny joga uma garrafa ao mar com um pedido de socorro e a mensagem chega às mãos do destemido Bernardo e da charmosa Bianca. Os heróis partem em uma arriscada missão para salvar Penny das garras da terrível Madame Medusa, que precisa da garota para recuperar uma jóia preciosa. Para isso, os ratinhos terão que enfrentar grandes desafios e escapar dos dentes afiados dos crocodilos de Medusa.Claro que a coitada quase consegue ficar com o diamante mas NÃO e por que??? os dois ratinhos ( metidos) atrapalham o plano da coitada que sofre arrancando seus cilios chiquerrimos,em um ato de nervoso...........


A designer Malvina Cruella DeVil a vilã mais diabólica e famosa de todos os tempos,;Aqui, ela é proprietária de uma confecção de roupas femininas e quer a todo custo ser a primeira a lançar uma nova moda: casacos de pele de dálmatas! Anita e Roger estão curtindo a chegada dos doces filhotinhos de seus queridos dálmatas. Pongo e Perdita, e nem imaginam o perigo que estão correndo. A maquiavélica Cruella está arquitetando um plano engenhoso junto com seus dois comparsas picaretas, mas sofre no final não conseguindo seu objetivo,????? Como a moda pode ser revitalizada com esses impecilhos????Malévola uma fada ressentida e vingativa pois não foi convidada para a festa do nascimento da Bela Adormecida ou princesa Aurora (custav convida-la????)baseado nisso lança um feitiço cruel sobre ela. Aurora está fadada a espetar seu dedo no fuso de uma roca de fiar e morrer mas uma das fadas consegue mudar o feitiço ao inves da morte, cair num sono profundo no seu 16o aniversário, tendo como única salvação um beijo de seu verdadeiro amor.Apesar dos esforços de três fadas bondosas ( metidas a ajudar pessoas) - Flora, Fauna e Primavera - a funesta profecia se realiza. Armado com o escudo mágico da virtude e com a espada da verdade, o príncipe Felipe enfrenta bravamente Malévola que coitada tem que se transformar em um dragão para enfrenta-lo, mesmo usando todas as suas forças do mal, acaba sendo ASSASSINADA pelo príncipe vagabundo sem profissão que vive como um playboy assim resgata Aurora e eles vivem, então, felizes para sempre.(credo )


Rainha e madrasta de Branca de Neve coitada tão insegura ( nunca a chamaram pelo nome ,bem que também Branca de Neve não é uma nome certo?? e os anões fala sério?? adjetivos como nome?????) bem voltando a maravilhosa que sempre perguntava ao seu Espelho Mágico quem era a mulher mais bela do reino? Enquanto o espelho respondia que sua beleza reinava suprema, tudo corria bem. Até o dia, contudo, que o espelho(maldito fofoqueiro) respondeu à habitual pergunta com uma revelação: "Branca de Neve é a mais bela do reino", Em um ato de inveja (normal em alguém belo) a Rainha manda um caçador matar Branca de Neve, e ele traiu a pobre rainha. A Rainha, por sua vez, resolve fazer o trabalho sujo e se transfigura em uma bruxa (pense no sacrificio) e envenena Branca de Neve com a mordida em uma maçã. Deixada aos cuidados dos seus novos amigos, os 7 anões, Branca de Neve deverá aguardar o beijo apaixonado de um príncipe para acordar e acabar com o feitiço,alem de ser acordado pelo príncipe e ser Feliz para sempre, os terríveis anões perseguem SNIF a coitada da bruxa ate um penhasco onde a coitada sem escapatória despenca para a morte, MUITO mais MUITO mais linda que Branca de Neve e ???? morre prematuramente.......


A Sra. Tremaine (nome raramente usado como se ela fosse qualquer uma) não é apenas uma das mais assustadoras vilãs dos estúdios Disney, mas também uma das mais reais. Não sendo provida de nenhuma espécie de poder mágico, a Madrasta é uma pessoa fria e calculista que faz todo o trabalho sujo com suas próprias mãos, não tendo medo de mostrar suas verdadeiras cores na frente dos outros personagens e não medindo esforços para fazer a vida de Cinderela miserável. Sua introdução é uma das mais interessantes de qualquer personagem Disney, sendo apresentada em meio às sombras apenas com seus olhos em realce. O espectador pode sentir em sua dominadora expressão o ódio que sente por Cinderela, e seus brilhantes diálogos alternam entre linhas calmas e frias e momentos de subta fúria.Tudo pensando nas suas feias e invejosas filhas, claro como diz a frase “ mãe é mãe” , e ninguem consegue nem lembrar que ela tem NOME?????????

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

DALVA DE OLIVEIRA







Vicentina Paula de Oliveira, conhecida como Dalva de Oliveira, (Rio Claro, 5 de maio de 1917 — Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1972) foi uma cantora brasileira.

Filha de um carpinteiro e clarinetista nas horas vagas, o Mário Carioca, e da portuguesa Alice Oliveira, Dalva nasceu em 5 de maio de 1917 na cidade de Rio Claro, São Paulo. Em 1935, no Cine Pátria, Dalva conheceu Herivelto Martins e passaram a cantar em dueto. Iniciaram um namoro e, no ano seguinte, iniciaram uma convivência conjugal, oficializada em 1939, que gerou os filhos: Pery Ribeiro e Ubiratan de Oliveira Martins. A União durou até 1947, quando as constantes brigas deram fim ao casamento. Em 1949, oficializaram a separação.

Em 1937, a Dalva gravou, junto com a Dupla Preto e Branco, o batuque Itaquari e a marcha Ceci e Peri, ambas do Príncipe Pretinho. O disco foi um sucesso, rendendo várias apresentações nas Rádios. Foi César Ladeira, em seu programa na Rádio Mayrink Veiga, que pela primeira vez anunciou o Trio de Ouro. O trio fez muito suceso até o ano de 1949, quando Dalva abandonou o Trio e seguiu carreira solo até a data de sua morte.

Depois de escapar de um acidente automobilístico, em 18 de agosto de 1965, no Rio de Janeiro, que resultou na morte por atropelamento de três pessoas, Dalva de Oliveira morreria sete anos depois, em 30 de agosto, vítima de uma hemorragia interna, provavelmente provocada por um câncer no esôfago. A cantora viveu o apogeu nos anos 30, 40 e 50.

Na primeira versão do filme Branca de Neve e os Sete Anões produzida pelos estúdios Disney, em 1938, Dalva de Oliveira dublou os diálogos da personagem Branca de Neve. As canções foram interpretadas pela dubladora Maria Clara Tati Jacome.
Em 1974, Dalva foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos de Santa Cruz, com o enredo O Rouxinol da Canção Brasileira. Em 1987 foi homenageada pela Imperatriz Leopoldinense, com o enredo Estrela Dalva.

sábado, 5 de dezembro de 2009

BRENDA LEE


Nascida Cícero Caetano Leonardo, Brenda chegou a São Paulo aos 14 anos e tornou-se figura conhecida e festejada do bairro do Bixiga. Comprou uma casa nesse bairro em 1984 e posteriormente criou a Casa de Apoio Brenda Lee para abrigar portadores de HIV rejeitados por parentes, fossem eles travestis ou não. A casa começou com três pacientes ainda no ano de sua compra, mas a instituição foi oficializada em 1988.
No dia
28 de maio de 1996, Brenda foi brutalmente assassinada com um tiro na boca e outro no peito e seu corpo foi encontrado mais tarde dentro de uma Kombi em um terreno baldio. [1] Sua missa de corpo presente — realizada pelo padre Júlio Lancellotti, representando o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns — foi rezada na sede da casa de apoio, na rua Major Diogo, na Bela Vista. Brenda era considerada o “anjo da guarda dos travestis” e tinha como objetivo ajudar a todos, doentes ou não, que eram discriminados pela sociedade.
O cineasta
suíço Pierre-Alain Meier dirigiu o filme-documentário intitulado Dores de Amor. Nele, expôs a vida nua e crua de quatro mulheres transgêneras, além da própria Brenda: Andréia de Maio, Claudia Wonder, Condessa da Nostromundo e Thelma Lipp.
O trabalho de Brenda tornou um referencial e um marco importante. Tanto que o prêmio brasileiro para aqueles que defendem os direitos Humanos foi intitulado “Prêmio Brenda Lee de Direitos Humanos”.

ASTOLFO BARROSO PINTO OU SIMPLEMENTE .............ROGÉRIA







ASTOLFO BARROSO PINTO, o menino com jeito delicado e muito brilho nos olhos ensaiava seus primeiros passos ao mesmo tempo em que cantava como gente grande. Nascido em 25 de maio de 1943 em Cantagalo, Norte Fluminense, não demorou muito para que sua estrela começasse a brilhar.Na juventude, tendo se inspirado em ícones cinematográficos internacionais como Betty Davis, Marilyn Monroe, desde os 10 anos quando morava em Niterói, interpretava personagens como Cleópatra bem como costumava se atirar dos cipós imitando Jane, preferida do Tarzan.
Exerceu a atividade de maquiador na antiga TV Rio e aos 19 anos embelezava personalidades do mundo artístico como Fernanda Montenegro, Emilinha Borba, Marlene, Elizete Cardoso, Nair Belo, entre outras. Nessa ocasião, a atriz Zélia Hoffman resolve chamá-lo por Rogério, que seria mais “soft”, justificando que Astolfo, nome de batismo, seria muito formal. A consagração do nome artístico veio no concurso de fantasias no Teatro República (RJ) em 1964. Vestida de Dama da Noite, vedete sofisticada do Moulin Rouge (Paris), empatou em primeiro lugar com Susy Wong que estava ricamente vestida. O resultado ocorreu não tanto pelo luxo de sua fantasia, mas pela presença de um talento nato, que a levou a roubar a cena. Foi quando, pela primeira vez, o público aclamou por Rogéria. A partir daí assume de fato a nova personalidade e com humor refinado garante que não tirou o Pinto nem do nome...
Na condição de homossexual consciente, Rogéria enfrentou inúmeros preconceitos de uma sociedade que jogava pra debaixo do tapete tudo o que não fosse convencional.
O sucesso logo despontou para essa geminiana com ascendente em leão. Primeiro no Internacional Set, posteriormente no Le Girls, o mais importante show de travestis de todos os tempos, passou a ser a grande estrela de Carlos Machado. Autodidata por excelência, inteligência aguçada, astúcia ferina e voz inesquecível, Rogéria arruma as malas rumo a novos desafios: parte para a carreira internacional começando por Moçambique.
Na Espanha nos anos 70 - enquanto participava do espetáculo com sucesso absoluto de público - teve que abandonar o palco devido às leis locais que obrigavam a operação de troca de sexo, prontamente rejeitada por Rogéria. Transferiu-se para a França logo a seguir, sendo o grande destaque do Carrousel de Paris. Nesta fase deixou o cabelo crescer, optou por fazer tratamento hormonal onde a figura feminina definitivamente se instalou.
Seu retorno ao Brasil foi glorioso, os elogios à sua carreira tornaram-se fatos corriqueiros, tendo recebido varias condecorações, entre eles o Prêmio Mambembe (1979), pelo espetáculo que fez ao lado de Grande Otelo com direção de Aderbal Freire Filho



Grandes montagens como Gays Girls, Gay Fantasy e Rio Gay, consagram Rogéria um ícone desta arte nos anos 80. Com a parceria de Agildo Ribeiro em “Alta Rotatividade” (1976), passa a ser um dos maiores sucessos de nossos palcos. Ainda no teatro fez Roque Santeiro, (1987) de Bibi Ferreira, também estrelou “Querelle” em 1989 com direção de Fabio Pillar. Em carreira solo percorreu várias cidades do Brasil, com shows entre eles “Adorável Rogéria”, “Rogéria solta”. Participa como cantora em “Diva”, “Taí - Carmem Miranda”, “O Tom da Bossa” nos anos 90. No cinema faz parte do elenco de “O Homem que comprou o mundo” em 1966, direção de Eduardo Coutinho, “Gigantes da América” nos anos 70 de Júlio Bressane, recentemente “Copacabana“ de Carla Camurati e “Tudo Azul” entre outros. Na televisão teve participações desde musicais até novelas. Foi estrela de grandes produções brasileiras no exterior.



Apesar de sofrido um acidente onde deixou sequelas em seu rosto,vemos que a beleza de Rogéria era apenas em detalhe pois possuidora de um carisma todo especial, Rogéria tem a qualidade de estrela que a coloca entre as principais figuras de nosso palco. Vaidosa e com tudo em cima, não descuida do visual, além de estar em ótima forma física, parecendo uma verdadeira pin-up. Ver Rogéria em cena cantando ou conversando com o público é ter certeza do que é uma verdadeira show-woman ou quem sabe um show-man, porque em Rogéria não vemos o travesti que apenas se fantasia de mulher e sim um artista que se veste de mulher para mostrar com elegante categoria toda uma arte especial.



Saber envelhecer no Brasil é uma arte. Poucos conseguem assumir a idade e mostrar ao público brasileiro que talento é como o vinho. Quanto mais velho, melhor é saboreado. Rogéria é como um vinho de uma boa safra, que foi melhorando a cada ano. Hoje cada aparição, seja em boate, teatro ou bares é como degustar a bebida em enorme estado de prazer.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ZSA ZSA GABOR...LINGUA FERINA




Zsa Zsa Gabor, pseudônimo de Sári Gábor, nasceu em Budapeste no dia 6 de Fevereiro de 1917 é uma famosa atriz e socialite austro-húngara radicada nos Estados Unidos.


Famosa por suas frases:


Divorciar-se apenas porque você já não ama o seu marido é quase tão idiota quanto se ter casado com ele apenas porque o amava.


Sempre disse que uma mulher só se deve casar por amor - e continuar a casar-se até o encontrar


A única profundidade que os homens admiram em uma mulher é o seu decote.


Maridos são como fogo: extinguem-se, se não forem atiçados.


Não sei nada sobre sexo - sempre fui casada.


Nenhum homem rico é feio.


Nunca tive ódio suficiente de um homem a ponto de devolver-lhe os diamantes que me deu.


Quero um homem que seja gentil e compreensível. Será que é pedir demais de um milionário?


Ser macho não prova nada!


Sou uma dona de casa maravilhosa. Toda vez que deixo um homem, fico dona da casa dele.


Um homem nunca está completo até que se casa. A partir daí, está acabado.


Uma de minhas teorias é de que os homens amam com seus olhos; as mulheres, com seus ouvidos.


(Zsa Zsa Gabor )


LIZA MINELLI


Liza Minnelli, filha da lendária Judy Garland e do seu segundo marido, o diretor Vincent Minnelli, consagrou-se como cantora e atriz no filme "Cabaré", que lhe deu o Oscar em 1972.Liza apareceu nas telas pela primeira vez na cena final do filme "In the Good Old Summertime" estrelado pela sua mãe e Van Johnson. Aos 16 anos, começou na Broadway com um revival do musical "Best Foot Forward". No ano seguinte apresentou-se em Londres com sua mãe. O público adorou e sua carreira musical decolou. Retornou a Broadway aos 19 anos e ganhou o prêmio Tony por "Flora, the Red Menace". Recebeu outro Tony por "The Act" em 1978 e um Tony especial em 1974. Em 1984, foi indicada por "The Rink", mas perdeu.O filme "The Sterile Cuckoo",de 1969, garantiu sua primeira indicação ao Oscar. Em 1972 ganhou como melhor atriz por "Cabaré". Liza Minelli foi a única vencedora da Academia cujos pais são ambos vencedores também. Ganhou ainda um Emmy, em 1972, pelo especial para a TV, "Liza com Z".Em 1990 recebeu um Grammy. Ganhou também um Globo de Ouro por "Cabaré" e outro pelo filme para a TV "A time to live".Ficou conhecida pelo seu estilo vocal poderoso, como em suas canções "Cabaré" e pelo tema de "New York, New York". Como sua mãe, teve diversas uniões desfeitas. Seu primeiro marido foi Peter Allen, com quem ficou de 1967 a 1972. Depois se casou com o produtor e diretor Jack Haley Jr . O casamento durou de 1974 a 1979. O terceiro marido foi o escultor Mark Gero, de 1979 a 1992. O quarto foi o "promoter" David Gest, de 2002 a 2003. Além disso esteve ligada romanticamente a Martin Scorsese, a Petter Sellers, ao pianista Billy Stritch, a Mikhail Baryshnikov e ao ator Desi Arnaz Jr

JUDY GARLAND...eterna DOROTHY



Judy Garland (1922-1969)
Frances Ethel Gumm, que com o nome de Judy Garland se tornaria um dos grandes mitos do cinema e da canção americana. Revelada num grupo vocal com as irmãs, ela aterrisou em 1939, ainda uma adolescente, no filme O Mágico de Oz, no qual apaixonou o mundo no papel da menina Doroty, cantando “Over The Rainbow”, um dos clássicos da música ocidental do século passado. Apesar de uma prolífica carreira de atriz e cantora (em duetos com feras como Gene Kelly e Bing Crosby), Judy foi vítima daquele mal que acomete muitas megaestrelas: a falta de sorte no amor. Muitos foram seus casamentos (entre eles, com o diretor de cinema Vincent Minelli, pai de sua filha, a cantora Liza) e muitas as decepções, que a fizeram mergulhar no consumo de barbitúricos.
Judy Garland, uma das estrelas mais brilhantes da história de Hollywood, pouco tinha a ver com as personagens de seus 36 filmes. Em Nasce uma estrela, no qual interpretou uma atriz decadente, talvez tenha passado perto. Mas sua vida teve momentos bem mais dramáticos e trágicos do que os que viveu nas telas. Judy Garland morreu em 1969, aos 47 anos, vítima de constantes dietas, de seu alcoolismo e do vício em remédios.

JK A 50 ANOS - BRASILIA - SEU SONHO SE REALIZANDO




Juscelino Kubitschek de Oliveira nasceu em 12 de setembro de 1902 em Diamantina, Minas Gerais. Filho de um caixeiro-viajante e de uma professora, formou-se como médico na cidade de Belo Horizonte, em 1927. Fez curso e estágio complementares em Paris e Berlim em 1930 e casou-se com Sara Lemos em 1931. Começou a trabalhar como capitão-médico da Polícia Militar, quando fez amizade com o político e futuro governador Benedito Valadares. Nomeado interventor federal em Minas, em 1933, Valadares colocou o amigo como seu chefe de gabinete. A seguir, Kubitschek foi eleito deputado federal (1934-1937), nomeado prefeito de Belo Horizonte (1940-1945) e realizou obras de remodelação da capital. Após uma gestão como deputado constituinte, em 1946, pelo PSD (Partido Social Democrático), foi eleito governador em Minas Gerais (1950 a 1954). Venceu a eleição para presidente da República com 36% dos votos, numa coligação PSD-PTB com o slogan "Cinqüenta Anos em Cinco". Na presidência, construiu hidrelétricas, estradas, promoveu a industrialização e a modernização da economia. Um de seus principais feitos foi a construção da cidade de Brasília e instituição do Distrito Federal, que marcou a transferência da capital federal (até então no Rio de janeiro) em 21 de abril de 1960. Numa era pós-Vargas, seu governo foi marcado por mudanças sociais e culturais como os festivais de música e a moda da bossa-nova. Quando terminou o mandato, JK, como era conhecido, foi eleito senador por Goiás em 1962, mas teve seu mandato cassado e os direitos políticos suspensos em 1964, pelo regime militar. Em 1966 tentou organizar uma frente pela redemocratização do país, junto com Carlos Lacerda e João Goulart mas não voltou mais ao poder. Se afastou da política e dedicou-se ao trabalho como empresário. Morreu em um desastre automobilístico no quilômetro 165 da Via Dutra, nas proximidades de Resende (RJ), em 22 de agosto de 1976.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

" CHRISTIAN LACROIX- TRAJES DE CENA" FAAP






EXPOSIÇÃO NA FAAP



" CHRISTIAN LACROIX- TRAJES DE CENA"



Christian Lacroix provocou choque quando surgiu, no início dos anos 1980, para reinventar a alta costura. O estilista francês ganhou fama internacional ao levar para as passarelas vestidos luxuosos, de tecidos volumosos, com cores fortes, muita pedraria e sofisticação – enquanto o restante do mundo da moda entrava numa onda de simplicidade e de minimalismo. Ao pregar o oposto, evidenciou sua autenticidade.
Nascido no ano de 1951, em Arles, cidade que encantou a artistas como Monet, Van Gogh e Gauguin pela exuberância das cores de sua paisagem, Lacroix fez seus estudos em História da Arte. Desde criança vivenciou a experiência da criação artística, se dedicando a observar todas as técnicas e apreender delas o que pudesse aplicar na prática. Em moda, teve o privilégio de formar-se dentro de uma maison, a Hermès, além de passar pela exigente corte imperial japonesa. Seus croquis são verdadeiras obras de arte, pela riqueza de detalhes nos traços e aguadas para dar volume.Na Maison Jean Patou iniciou seus primeiros passos profissionalmente, criando o ícone de sua carreira: a saia pouf, uma bem-humorada minissaia balão que em nada valoriza as curvas femininas. Aos 36 anos, sua notoriedade já era o suficiente para atrair a atenção do conglomerado LVMH – que detém ainda as grifes de luxo Dior, Givenchy, Louis Vuitton –, resultando numa parceria para a criação da Maison Lacroix.Inaugura assim o estilo barroco-chic, que agrega luxo e requinte a roupas oriundas de culturas diversas: regionais folclóricas, cigana, espanhola e quantas mais lhe inspirasse a fantasiar e improvisar. Redigere o que vê para dar vida nova ao já concebido. Dessa miscelânea, surge o diferencial frente a qualquer outro costureiro.
Em 2005, o grupo americano Falic comprou a Maison Lacroix. Em maio deste ano, ao declarar concordata da marca em decorrência da crise econômica mundial, abalou um pouco os alicerces do mundo da moda como conhecemos hoje. Afinal, até onde é possível manter o exagero e o glamour do espetáculo das semanas de moda? A empresa de Christian Lacroix registrou, em 2008, o prejuízo de 10 milhões de euros para um faturamento de 30 milhões.Quando o prazo estabelecido para determinar a falência da grife estava para expirar, a esperança voltou. No início de agosto, quatro propostas de compra chegaram aos administradores judiciais, além dos proprietários da marca, que apresentaram um projeto de recuperação das finanças da empresa. Agora, cabe à Justiça da França qualquer decisão. Pode ser esse o preço pelas excessivas asas dadas à imaginação. Mas a dívida pelo legado que o estilista propiciou à moda talvez seja, essa sim, impagável.






“um vestido de alta costura deve ser perfeito quando visto de perto; o prêt-à-porter deve ser bem real e prático; a moda é uma questão de linha, de cotidiano, com a marca de seu tempo. O que me interessa mais e mais é reencontrar esse lado contemporâneo das coisas”. CHRISTIAN LACROIX



BRIGITTE BARDOT 75 ANOS








Brigitte Bardot, nascida Brigitte Anne-Marie Bardot em 28 de setembro de 1934 acabou de completar 75 anos,a atriz francesa Brigitte Bardot determinou de forma decisiva a imagem da mulher no final dos anos 1950 e início da década de 60. Era uma garota de aspecto natural com um enorme sex appel, misto de leviandade e ingenuidade. Com cabelos loiros despenteados, lábios carnudos e grandes olhos escuros, Brigitte encarnou perfeitamente a mistura fascinante da ninfeta com a femme fatale.
As suas iniciais B.B., que em francês, como em português, se lê "bebê" acentuavam ainda mais a imagem de garotinha. B.B. popularizou as camisetas pretas, os vestidos leves e decotados e foi uma das primeiras a adotar o biquíni na praia. Seu sutiã com armação de arame, usado bem alto, virou mania; isso sem falar no xadrez Vichy, que ela usou em seu casamento e que continua moderno até hoje, sempre vinculado à figura de Bardot. Foi ela a primeira atriz que ousou a aparecer nos filmes sem meias, fato que inspirou muitas mulheres a abandonar este complemento no verão.
A sua sensualidade natural desbancou as loiras artificiais fabricadas em série como os clones de Marilyn Monroe. La Bardot desbancou até Marilyn na preferência masculina. Ela parecia mais de carne e osso que a similar "Made in USA". Mostrava o corpo sem pudor contrariando o padrão de comportamento da época.
Mesmo usando pouca roupa na maioria dos filmes, Brigitte Bardot conseguiu influenciar toda uma geração não só no visual, mas também na maneira de pensar.
Acima da moda e da tendência, Brigitte Bardot se conserva moderna por ter muitas coisas que lembram seu estilo pessoal. Exatamente como Jacqueline Kennedy, outro ícone da época que deixou na sua maneira de vestir uma impressão digital do seu gosto pessoal. Qualquer tailleur comportado ou óculos grandes escuros e arredondados remetem à imagem da primeira-dama.
Em 1973, pouco antes de completar quarenta anos, Brigitte anunciou que estava encerrando sua carreira. Após mais de cinquenta filmes e de gravar dezenas de discos, ela recolheu-se a La Madrague definitivamente, escolheu usar a fama pessoal para defender os direitos animais e tornou-se vegetariana. Em 1977 atraiu atenção mundial para sua causa ao denunciar in-loco o massacre de bebês-focano norte do Canadá. Em 1986, ergueu uma fundação, Fondation Brigitte-Bardot, declarada de utilidade pública pelo governo francês em 1992, e que em 1995 nomeou o Dalai Lamacomo seu membro honorário. Entre 1989e 1992, BB também apresentou na tv francesa uma série chamada S.O.S. Animaux, co-patrocinada por sua fundação. Entre outras causas, ela atuou e liderou campanhas contra a caça das baleias, as experiências em laboratório com animais, pela proibição de brigas autorizadas entre cães e contra o uso de casacos de pele.




Em junho de 2008, BB foi pela quinta vez condenada num processo de incitação ao racismo por um tribunal de Paris, sendo obrigada a pagar 15 mil euros de multa. Os protestos de Bardot tem a ver com os rituais muçulmanos de sacrifício de animais, durante a tradicional festa Eid ul-Adha, realizada pelos imigrantes de países islâmicos que vivem no país.




Além de ser a responsável pela popularização de St. Tropez, na França, ao se mudar para lá no começo dos anos 1960, no verão de 1964 Brigitte Bardot também mudou a vida de uma pequena cidade do litoral do Rio de Janeiro chamada Armação dos Búzios, onde ficou hospedada em suas visitas pelo Brasil, na companhia do namorado Bob Zaguri, um playboy e produtor marroquino que viveu muitos anos no Brasil. Depois da visita de BB, acompanhada diariamente pela imprensa e recheada de fotografias, Búzios foi 'descoberta', virou município e tornou-se um dos pontos mais sofisticados e procurados do verão brasileiro, inclusive por estrangeiros.Em sua homenagem , a Prefeitura local criou a Orla Bardot, na Praia dos Ossos, e instalou ali uma estátua de bronze da atriz em tamanho natural. O único cinema do sofisticado balneário leva o nome da atriz. Em sua biografia, ela deixou registrado que os períodos passados na região foram as épocas mais lindas de sua vida.





Eu dei minha beleza e minha juventude aos homens. Agora dou minha sabedoria e minha experiência aos animais.



Se eu aparentasse 30 anos, alguma coisa estaria errada. Eu tenho rugas, sim. E daí?


Qualquer idade pode ser encantadora, desde que você a viva.


Falo muito bem o `cachorrês´ e o ´galês´, línguas que aprendi melhor que o inglês.


Tive êxito na vida.Agora tento fazer da minha vida um êxito.


Protegendo os macacos, estaremos protegendo a nós mesmos, porque eles são os animais mais próximos do homem.