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domingo, 12 de setembro de 2010

LANA TURNER ...SÓ QUERIA SER AMADA




Filha de Mildred Frances Cowan e John Virgil Turner, foi descoberta, aos quinze anos, em 1936, tomando uma coca-cola na lanchonete "Top Rat Café" na rua Highland, em Hollywood pelo produtor do jornal "Hollywood Report", W.R.Wilkerson. Foi contratada, a 50 dólares por semana, por Mervyn LeRoy, diretor da Warnertendo estreado em 1937, no filme "They won't forget".Ela era a "Garota do Suéter", considerada símbolo sexual entre as décadas de 1940 e 1950 e tornou-se uma das atrizes mais bem pagas da época.
Percorreu várias etapas até alcançar o estrelado em "
O Destino bate à sua porta" (The Postman always rings twice) de 1946. A estrela era esbanjadora e maníaca por sapatos. Foi casada e separada sete vezes além de ter mantido casos amorosos com várias personalidades como Victor Mature, Howard Hughes, Gene Krupa, Robert Stack, Tony Martin, Clark Gable, Fernando Lamas, Peter Lawford e Rex Harrison, entre outros. Teve uma única filha com Stephen Crane. Os outros maridos foram o músico Artie Shaw, o milionário Henry J. Topping, o ator(e ex-Tarzan) Lex Barker, Fred May, o produtor Bob Eaton e o hipnotizador Joe Robert Dante, que roubou-lhe dinheiro e jóias. Apesar disso o grande amor de sua vida foi o ator Tyrone Power com quem não se casou.
Um dos grandes escândalos de
Hollywood envolveu a filha da atriz, Cheryl Christina Crane, que acusava a mãe de abandono e, em 1958 assassinou Johnny Stompanato, um dos amantes de Lana com uma faca de cozinha. Nessa época a estrela era constantemente agredida pelo gângster Stompanato e ameaçada de ter seu rosto desfigurado caso ela deixasse de lhe sustentar. Cheryl foi absolvida pelo crime.
Lana passou um longo tempo em depressão causada pelo álcool. Apesar de toda a tragédia e da vida sofrida de Lana, sua filha Cheryl demonstrou muito carinho pela mãe em sua autobiografia "
Detour - a Hollywood tragedy" enfatizando ainda que tinha muito orgulho de haver matado para defender a mãe. Em 1985 foi lançado o livro "Lana", uma autobiografia da estrela.
Morreu em 29 de junho de
1995 em Century City, na Califórnia de câncer na garganta

DEBORAH KERR



Deborah Jane Kerr-Trimmer nasceu em
Helensburgh, 30 de Setembro de 1921 —-Suffolk, e faleceu 16 de outubro de 2007 ,foi uma atriz britânica nascida na Escócia. Recebeu um Óscar honorário por sua carreira, que sempre representou perfeição, disciplina e elegância. Foi homenageada pela Rainha do Reino Unido com a Ordem do Império Britânico.
Nasceu com o nome de Deborah Jane Kerr-Trimmer na localidade de Helensburgh, no Firth of Clyde, Escócia. Originalmente treinada como dançarina de balê, teve sua primeira apresentação no palco em 1938, no Sadler's Wells. Depois de mudar de carreira, encontrou sucesso como atriz.
Sua estréia no filme britânico Contraband em 1940 terminou no chão da sala de edição. Mas a isso seguiu-se uma série de outros filmes, incluindo um papel triplo no filme The Life and Death of Colonel Blimp, de Michael Powell e Emeric Pressburger. Mas foi seu papel como uma freira com problemas em Narciso Negro , dos mesmos diretores, em 1947, que chamou a atenção dos produtores de Hollywood.
Suas maneiras e sotaque britânicos conduziram a uma sucessão de papéis em que representava honoráveis, dignas, refinadas e reservadas senhoras inglesas. Contudo, Kerr freqüentemente aproveitava uma oportunidade para descartar seu exterior tão reservado. No filme de aventuras
As Minas do Rei Salomão, de 1950, filmado em locações na África com Stewart Granger e Richard Carlson, ela impressionou as audiências com tanta sexualidade e vulnerabilidade emocional que trouxe novas dimensões para um filme de ação orientado para o público masculino.
Como Karen em A um Passo da Eternidade (From Here to Eternity), de 1953, ela recebeu a indicação para o
Oscar de Melhor Atriz. O American Film Institute reconheceu o caráter icônico da cena do beijo entre ela e Burt Lancaster numa praia do Havaí, no meio das ondas. A organização colocou o filme na lista do "Cem mais românticos filmes" de todos os tempos.
Kerr recebeu o
Globo de Ouro de melhor atriz de comédia/musical de 1957 com o filme O Rei e Eu, com Yul Brynner.
Morreu em Suffolk, na
Inglaterra, por problemas decorrentes do Mal de Parkinson, deixando viúvo Peter Viertel, seu marido durante mais de 47 anos.

SANDRA BRÉA


Todas as manhãs, Sandra Bréa sentava-se diante do espelho e cumpria uma rotina. Penteava os cabelos, se maquiava e se vestia com a mesma vaidade do auge de sua carreira. “Eu sou uma estrela”, dizia aos amigos. Até os últimos dias de vida, não deixou de se comportar como a mulher estonteante que foi mito sexual nos anos 70 e 80. No isolamento em que se encontrava desde que descobriu ter aids, em 1993, fazia isso para não se entregar à depressão. Outra arma era escrever. Quatro dias após a sua morte, seu filho adotivo, Alexandre Bréa Britto, 21 anos, encontrou um diário escrito de maneira desordenada pela mãe.
Manuscritos estavam em folhas soltas e amassadas sob o colchão, nos armários e nas mesinhas de cabeceira do quarto da atriz, que na quinta-feira 11, faria 48 anos. São desabafos em sua maioria, dos últimos meses de vida, quando foi tomada pelas dores do câncer de pulmão que provocou sua morte, na manhã do dia 4, em sua casa, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio. José Carlos Costa, o caseiro da casa relata que nas últimas semanas, a atriz tinha medo de se levantar sozinha da cama. “Você acha que eu mereço sofrer tanto?”

sábado, 11 de setembro de 2010

AUDREY HEPBURN ...UMA PRINCESA??? UMA BONECA???


Nascida Audrey Kathleen Ruston na capital belga, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro anglo-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornou Audrey Hepburn-Ruston. Ela tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês.
Audrey foi considerada, a príncípio, uma garota "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela". Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés miúdos e olhos claros imperavam, soube usar os seus "defeitos" como seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, sua elegância e seus profundos olhos castanhos. Segundo o estilista
Givenchy, que era incumbido de vestí-la, Audrey era um ideal de elegância e uma inspiração para o trabalho dele.
Audrey sempre será lembrada pelo filme Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany's, 1961) como Holly Golightly, uma
prostituta de luxo que sonhava em se casar com um milionário, papel totalmente oposto ao com que ela foi premiada com o Oscar de 1954, em que vivia Ann, uma princesa que fugindo de seus deveres reais, se apaixona por um jornalista interpretado por Gregory Peck, em A princesa e o plebeu (Roman Holiday, 1953).
O ator
Gregory Peck, par romântico de Audrey no filme A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday, 1953), foi quem a apresentou ao ator Mel Ferrer, que, depois de participar de uma peça com Hepburn, pediu-a em casamento. A atriz contracenou no filme Guerra e Paz (War and Peace, 1956). Os dois fizeram um casal, em que Audrey interpretava uma aristrocrata russa, que se apaixona pelo princípe da Rússia André (Ferrer).
Hepburn casou-se duas vezes, primeiro ao ator americano Mel Ferrer, e logo a um psicólogo italiano Andrea Dotti. Ela teve um filho com cada um – Sean em 1960 por Ferrer, e Luca em 1970 por Dotti.
Depois de nascimento dos filhos, ela abandonou a carreira no cinema. Ao final de sua vida, nomeada embaixadora da
UNICEF, trabalhou incansavelmente como voluntária para causas infantis.
Além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma. É considerada a eterna "bonequinha de luxo". Faleceu aos 63 anos, de
câncer no útero.

A FEITICEIRA...Elizabeth Montgomery

Elizabeth Victoria Montgomery nasceu em Los Angeles, Califórnia, no dia 15 de abril de 1933, filha do ator Robert Montgomery e da atriz Elizabeth Allen. Ela e seu irmão mais novo, apelidado carinhosamente de Skip (Robert Montgomery Jr. - nascido em 1936) tiveram uma infância privilegiada, por serem ricos e filhos de famosos atores de Hollywood.
Em 1950, sua família mudou-se para Nova Iorque, onde seu pai iniciou um programa próprio de televisão chamada Robert Montgomery Presents. Quando os Montgomerys se divorciaram em dezembro daquele mesmo ano, Elizabeth ficou primeiramente na casa de sua mãe, mas subseqüentemente mudou-se para a casa de seu pai e a segunda esposa dele. Entrou para a Spence School, outra escola educacional exclusivamente da alta classe novaiorquina formando-se em 1951 e logo em seguida matriculou-se na American Academy of Dramatic Art.
Durante as filmagens de Johnny Cool, acabou apaixonando-se pelo diretor do filme, Willian Asher . Juntos iniciaram um projeto que culminou com a criação da série Bewitched (A Feiticeira)
Ela era uma mulher jovem, vivaz e bonita. Ele era uma figura enérgica e forte. Dessa união nasceram três crianças, Robert, William e Rebecca. Por duas vezes, a gravidez de Elizabeth, em meio as filmagens da série, justificaram o surgimento dos personagens Tabitha e Adam. Juntos eles foram responsáveis pela criação de Samantha Stephens, uma feiticeira que se casa com um mortal. A feiticeira teve oito temporadas apresentadas pela rede ABC. O elenco recebeu várias indicações ao Emmy e outros prêmios. A magia da série A Feiticeira terminou em 1972.
Depois do encerramento de A Feiticeira, Asher foi trabalhar em outra emissora em um novo projeto e Elizabeth viajou para a Europa. Antes do final do ano de 1973, também terminava seu matrimônio de quase dez anos com Asher. Um ano depois já estavam legalmente divorciados.
Voltou a atuar novamente na televisão em Mrs. Sundance. Durante as filmagens conheceu o ator Robert Foxworth e os dois logo se apaixonaram. Nervosa com um quarto casamento, Elizabeth preferiu simplesmente viver junto com ele. Também neste mesmo ano , 1974, fez A Case of Rape, onde foi aclamada pela crítica especializada, na qual representava uma vítima de estupro e onde recebeu uma indicação ao Emmy.
No dia 28 de janeiro de 1993, depois de viver quase 20 anos juntos, Elizabeth e Robert Foxworth casaram-se numa cerimônia íntima e muito simples. Na primavera de 1995, durante as filmagens de um outro filme para a televisão Deadline For Murder: From the Files of Edna Buchanan, Elizabeth começou a sentir-se fatigada. Ela procurou procurou um médico e diagnosticada como acometida por um câncer de cólon, já em estado bem avançado. Poucas semanas depois, no dia 18 de maio de 1995, Elizabeth faleceu junto ao seu marido Foxworth, seus filhos em sua próprio quarto, em Beverly Hills. Ela tinha 62 anos.

OS FAMOSOS OLHOS VIOLETA

ELIZABETH TAYLOR Elizabeth Taylor nasceu em Londres no período em que seus pais, americanos, eram responsáveis por uma Galeria de Arte naquela cidade. Em 1939, pouco antes do início da 2ª Guerra Mundial, seus pais retornaram aos EUA onde se estabeleceram em Los Angeles.
Sua beleza logo chamou a atenção dos caçadores de talento. Ao se submeter a um teste nos Estúdios da Universal Pictures, os executivos da Empresa ficaram impressionados com ela e a contrataram, de modo que, com apenas 10 anos de idade, estreou no cinema com o filme "There's One Born Every Minute".
No ano seguinte, 1943, contratada da MGM, Liz iniciou sua escalada para o sucesso com o filme "A Força do Coração". Embora com uma longa filmografia, seu período áureo estendeu-se de 1951 a 1968, tendo sido a primeira atriz a ganhar US$ 1 milhão pela atuação num filme. Tal fato ocorreu quando da realização de "Cleópatra", em 1963. Durante esse período, foi agraciada com 2 Oscars de Melhor Atriz por suas atuações em "Disque Butterfield 8", de 1960, e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf ?", de 1966, sendo ainda indicada ao mesmo prêmio da Academia por seus trabalhos em "A Árvore da Vida", de 1957, "Gata em Teto de Zinco Quente", de 1958 e "De Repente No Último Verão", de 1959.
Conhecida internacionalmente por sua beleza, especialmente por seus olhos violetas, foi desejada por muitos homens, tendo sido casada com Conrad Hilton Jr., herdeiro de uma famosa cadeia de hotéis (06/05/1950 à 01/02/1951), Michael Wilding, ator (21/02/1952 à 30/01/1957), Michael Todd, produtor (02/02/1957 à 22/03/1958), Eddie Fisher, ator (12/05/1959 à 06/03/1964), Richard Burton, ator (15/03/1964 à 26/06/1974 e 10/10/1975 à 01/08/1976), John Warner, senador (04/12/1976 à 07/11/1982) e Larry Fortensky, construtor (06/10/1991 à 31/10/1996), de quem se encontra divorciada.
Na década de 70, tornou-se viciada em drogas, fazendo filmes ocasionalmente. Ao terminar seu casamento com o senador Warner, internou-se na Betty Ford Clinic, em mais uma tentativa de se curar de seus vícios. Foi durante esse período de recuperação, que conheceu Larry Fortensky, com quem se casaria mais tarde.
Em 1985, com a morte de seu grande amigo, o ator homossexual Rock Hudson, Elizabeth Taylor iniciou uma cruzada em favor dos portadores de Aids.

A DAMA DO TEATRO


CACILDA BECKER IACONIS
Nasceu Pirassununga, 6 de abril de 1921 e faleceu em São Paulo, 14 de junho de 1969 foi uma atriz brasileira, um dos maiores mitos dos palcos nacionais.
Filha do
imigrante italiano Edmondo Iaconis, Cacilda tinha apenas nove anos quando seus pais romperam o casamento e sua mãe viu-se obrigada a criar três filhas sozinha, uma delas a também atriz Cleyde Yáconis. Por este motivo, fixaram-se na cidade de Santos, onde Cacilda ainda jovem freqüentou os círculos boêmios e mais vanguardistas, já que por ser filha de pais pobres e separados não podia estabelecer amizade com pessoas da alta sociedade.
Cacilda começou no teatro paulista como atriz amadora e se profissionalizou em
1948. Neste ano, Nydia Lícia recusou um papel na peça "Mulher do Próximo", de Abílio Pereira de Almeida, produzida pelo Teatro Brasileiro de Comédia- TBC, para não ter que beijar nem dizer "amante" em cena, pois isto podia lhe custar o emprego numa importante loja. Cacilda, que a substituiu, exigiu ser contratada como profissional, acabando com o velho preconceito de que artista sério deveria ser diletante
Em 30 anos de carreira, Cacilda encenou 68 peças, no
Rio de Janeiro e em São Paulo; fez dois filmes (Luz dos Meus Olhos em 1947 e Floradas na Serra, em 1954) e uma telenovela (Ciúmes, em 1966), na TV Tupi além de outras participações em teleteatros na televisão, foi Cacilda quem inaugurou o Teatro Municipal de São Carlos com a peça Esperando Godot no começo de 1969.
Cacilda provocava paixões avassaladoras e teve três maridos. Durante a apresentação do espetáculo
Esperando Godot, que encenava com o marido Walmor Chagas, na capital paulista, em 6 de maio de 1969, Cacilda sofreu um derrame cerebral e foi levada para o hospital, ainda com as roupas de seu personagem. Morreu após 38 dias de coma e foi enterrada no Cemitério do Araçá, com a presença de uma multidão de admiradores.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

RAINHA VICTORIA ...A NOIVA DE BRANCO


Alexandrina Victoria Hanover nasceu em 24 de Maio 1819 e faleceu em 22 de Janeiro 1901, da Casa de Hanôver, foi Rainha do Reino Unido de 1837 até a morte, sucedendo ao tio o rei Guilherme IV. A incorporação da Índia no Império Britânico em 1877 conferiu a Vitória o título de Imperatriz da Índia.
O reinado de Vitória foi o mais longo, até à data, da história do
Reino Unido e ficou conhecido como a Era Vitoriana. Este período foi marcado pela Revolução Industrial e por grandes mudanças a nível económico, político, cultural e social.
Vitória era filha do príncipe
Eduardo, Duque de Kent e da princesa Vitória de Saxe-Coburgo-Saalfeld, sendo neta do rei Jorge III do Reino Unido por parte do pai. Baptizada com o nome Alexandrina Vitória, a família tratava-a informalmente como Drina. A então princesa Vitória de Kent tornou-se politicamente relevante com a morte em 1830 do tio Jorge IV, sucedido por Guilherme IV também sem filhos.
Conta-se que Vitória estava apaixonada pelo primo, o príncipe
Alberto de Saxe-Coburgo-Gota, e assim tomou a iniciativa de pedi-lo em casamento (visto que na época, ninguém poderia fazer tal pedido a uma rainha). Ele aceitou. Foi a primeira vez que se teve notícias de alguém casar por amor. Vitória era ousada e acrescentou ao traje nupcial algo proibido para uma rainha na época - um véu e escolheu um modelo de cetim branco debruado de flores de laranjeira. A tendência logo se espalhou entre as nobres e mulheres de classe alta, que antes preferia vestidos coloridos, que poderiam ser usados em outras ocasiões .Nascia aí um costume que atravessaria o tempo e daria a Vitória o reconhecimento de trazer para a nossa época o amor, para unir um homem e uma mulher...

O LUXO NÃO ESTÁ NA RIQUEZA E NO EXCESSO DE ENFEITES, MAS NA AUSÊNCIA DE VULGARIDADE


No mes passado, o mito Greta Garbo faria 103 anos , mas um mito nunca envelhece, somente nós reles mortais .
Falar de Greta Garbo ou de sua beleza e redundante mas falarei de um episodio interessante, de uma pessoa reclusa e com complexos.
Greta Garbo recusava-se terminantemente a dar autógrafos, fosse pra quem fosse, por achar que sua letra era feia, e por achar que essas pessoas se diminuíam, se colocavam numa posição subserviente de pedintes e ela não suportava nem poderia incentivar isso. Uma rara exceção à regra aconteceu em 1928, no dia de seu regresso a Nova Iorque depois de sua primeira viagem à Suécia em três anos. Hubert Voight, publicitário da MGM, tinha dado um crachá para uma menina de 10 anos que havia feito um álbum com centenas de fotos e recortes de jornais sobre Garbo. Pálida de emoção, a garota entregou o álbum a Garbo, olhou agoniada para Voight, depois para Garbo, e caiu desmaiada no chão. Garbo ajoelhou-se ao seu lado e massageou-lhe as têmporas até que a menina voltasse a si. "Alguém me arranje uma caneta", ela disse e pela primeira vez em público deu seu autógrafo em letras garrafais na primeira página do álbum da menina. Se eu fosse essa menina ao ver o autografo desmaiaria novamente............

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

CLARICE LISPECTOR




Visão de Clarice


Clarice
veio de um mistério, partiu para outro.

Ficamos sem saber a essência do mistério.
Ou o mistério não era essencial. Essencial era Clarice viajando nele.

Era Clarice bulindo no fundo mais fundo, onde a palavra parece encontrar
sua razão de ser, e retratar o homem.

O que Clarice disse, o que Clarice viveu para nós
em forma de história
em forma de sonho de história
em forma de sonho de sonho de história
(no meio havia uma barata ou um anjo?)
não sabemos repetir nem inventar.
São coisas, são jóias particulares de Clarice,
que usamos de empréstimo, ela é dona de tudo.

Clarice não foi um lugar comum.
Carteira de identidade, retrato.
De Chirico a pintou? Pois sim.
O mais puro retrato de Clarice
só se pode encontrá-lo atrás da nuvem
que o avião cortou, não se percebe mais.

De Clarice guardamos gestos. Gestos,
tentativas de Clarice sair de Clarice
para ser igual a nós todos
em cortesia, cuidados materiais.
Clarice não saiu, mesmo sorrindo.
Dentro dela o que havia de salões, de escadarias,
de tetos fosforescente e longas estepes e
zimbórios e pontes do Recife em brumas envoltas
formava um país, o pais onde Clarice vivia,
só e ardente, construindo fábulas.

Não podíamos reter Clarice em nosso chão
salpicado de compromissos. Os papéis, os
cumprimentos falavam em agora em edições,
possíveis coquetéis à beira do abismo.
Levitando acima do abismo Clarice riscava
um sulco rubro e cinza no ar e fascinava-nos.

Fascinava-nos apenas.
Deixamos para compreendê-la mais tarde.
Mais tarde, um dia...saberemos amar Clarice.

(Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

BETTE DAVIS FASCINAVA COM OS OLHOS


Bette Davis, nome artístico de Ruth Elizabeth Davis, nasceu em Lowell, Massachussets, 5 de Abril de 1908 e faleceu em Neuilly, 6 de outubro de 1989) foi uma atriz norte-americana de cinema, televisão e teatro.
Após alguns anos trabalhando no teatro, Davis mudou-se para
Hollywood em 1930, onde interpretou papéis menores em cinco filmes da produtora Universal Studios. Em 1932, por influência do ator veterano George Arliss, seu antigo professor de interpretação, ela foi contratada pela Warner Bros., onde permaneceu até 1950, tornando-se uma das mais populares atrizes da época.
Primeira atriz a receber dez indicações ao Oscar, Davis foi vencedora de duas estatuetas, por Perigosa (1935) e Jezebel (1938). Ao lado do ator
John Garfield, fundou e comandou a Hollywood Canteen, que angariava fundos e entretia soldados norte-americanos durante a segunda guerra mundial. Davis foi a primeira mulher a presidir a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Davis, que não se ajustava ao ideal de beleza de Hollywood, mas que veio a fascinar pela expressividade de seus olhos, interpretou brilhantemente a mulher emancipada, muitas vezes autoritária, que personificava a bad girl sem escrúpulos. Em seus freqüentes confrontos com os executivos dos estúdios, a atriz conseguiu impor seu direito à escolha dos filmes, um privilégio pouco usual na época. Os papéis em que Bette Davis representou personagens com personalidades próximas do absurdo (O Que Terá Acontecido a Baby Jane?, de 1962) contam-se entre as suas mais convincentes interpretações, impressionantes do ponto de vista psicológico.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

TROY DONAHUE UM FIM TRISTE...


Troy Donahue. Ator de Hollywood, popular entre o público adolescente no final dos anos 50 e começo dos 60, em filmes açucarados como Amores Clandestinos,onde contracenou com Sandra Dee e Dorothy McGuire, em Candelabro Italiano, nesse filme passeava seu glamour pela Itália a bordo de uma vespa, com Suzanne na garupa e ao som da musica AL DI LÁ. O filme também serve para relembrar de coisas do começo dos anos 60 dede as roupas e penteados.
Suzanne e troy se casaram depois , na vida real. O ator de 30 filmes chegou a fazer uma ponta em O Poderoso chefão II. O declínio o levou as drogas e ao álcool, vivendo um tempo junto com os sem tetos no Central Park em Nova York. Donahue faleceu aos 65 anos em setembro de 2001.

ANDY WARHOL MAIS QUE 15 MINUTOS DE FAMA...







Andy Warhol, considerado avatar da Pop Art, artista plástico, diretor de cinema, figura controvertida foi um dos primeiros grandes artistas americanos a se declarar abertamente gay. A imagem pouco convencional, projetada tanto na obra como na pessoa pública, bateu de frente com a postura machista que caracterizou a arte da década de 50. Nasceu no dia 6 de agosto de 1928 em Pittsburgh, Pennsylvania, filho caçula de Andrej (Andrew) Warhola e Julia Warhola, oriundos da atual República Tcheca. O sobrenome original, Varchola, foi modificado depois da imigração. Foi batizado na Igreja Católica Bizantina e teve dois irmãos: John e Paul. Estudou no Liceu de Schenley e no Museu Carnegie (hoje Carnegie Melon University). Desde cedo mostrou talento para desenho e pintura. A família juntou suas economias para enviá-lo ao Instituto de Tecnologia Carnegie. Os resultados com o curso renderam-lhe um prêmio, a exposição dos trabalhos e uma menção honrosa em desenho. No entanto,o jovem artista sempre teve grande dificuldade para se expressar. Seu inglês era deficiente, já que a mãe, com quem convivia direto, só falava tcheco.Nesta altura da vida, Andrew Jr. foi acometido da "Dança de São Guido", ou Coréia, uma afecção neurológica, seqüela de febre reumática, na qual o paciente tem movimentos espasmódicos incontroláveis, trejeitos faciais (caretas) e cuja recuperação demora meses.Uma outra seqüela, a despigmentação de partes da pele, também se fez presente, potencializando a já natural timidez. Andrew aproveitou o tempo que passou deitado para desenhar, ouvir radio e colar fotos de artistas de cinema em volta da cama.Mais tarde, reconheceria que esta pausa, durante a convalescença, teria sido muito importante para aprimorar sua personalidade e formar "o esqueleto" do que viria a ser sua obra.A mudança para Nova York - junho de 1949 - à procura de emprego foi o começo de uma carreira bem sucedida como ilustrador. Foi contratado pela revista Glamourpara desenhar sapatos e, em seguida, ilustrou anúncios (teria sido um diretor de arte, no organograma das agência de publicidade) para revistas como a Vogue e a Harper's Bazaar, capas de livros e cartões de agradecimento, já com o novo nome maissofisticado:Andy Warhol. Tornou-se amigo de Jasper Johns e Robert Rauschenberg, os mesmos que, mais tarde, ficariam constrangidos com seu jeito gay. Vivia paparicado por uma espécie de séqüito, que participou dos experimentos em cinema na "Factory Films".Figuras importantes do underground americano estrelaram os filmes de Warhrol, já tornado uma celebridade, aparecendo em jornais e revistas de fofocas e cercado de escritores, músicos e artistas plásticos.São deste período os quadros encomendados da Sopa Campbell e da Coca Cola e representações de famosos como Marilyn Monroe, Mao Tse-Tung, Troy Donahue,Jacqueline Kennedy, Elizabeth Taylor, Che Guevara, Elvis Presley, notas de dólar, imagens reproduzidas das seções policiais, cães da polícia atacando militantes dos direitos civis, fotos de crimes. Produzia em série, massificava as personalidades.Declarou que desejava ser uma máquina de fazer arte. E foi. SobreviventeEm junho de 1968, Valerie Solanas, uma freqüentadora da Factory e feminista revoltada, entrou no estúdio de Warhol e disparou 3 tiros contra ele. O pintor, que chegou em estado muito grave ao hospital e ficou mais de dois meses internado, jamais se recuperou dos ferimentos e sangrava ao menor esforço.Deu mais uma guinada na vida - apoiou artistas em início de carreira, escreveu sua biografia "The Philosophy of Andy Warhol (From A to B and Back Again), apresentou programas na televisão, dedicou-se ao abstracionismo e ao expressionismo, criando a série de pinturas - "Oxidation" (Oxidação).Com Gerard Malanga, criou a revista de fofocas "Interview", publicada até hoje. O estilo Andy Warhol é instantaneamente reconhecido e, ultrapassando os famosos 15 minutos de fama que previa para cada cidadão no futuro, pode ser encontrado nos inúmeros sites na internet, que ensinam como reproduzi-lo, usando o Adobe Photoshop.. Funeral PerformáticoAndy Warhol era católico bizantino praticante e atendia, como voluntário, moradores de rua de Nova York. Ia à missa quase todos os dias, segundo o pároco da Saint Vincent's, igreja que freqüentava. Morreu dormindo, aos 58 anos, em conseqüência de um ataque cardíaco, em 22 de fevereiro de 1987, após uma cirurgia para extirpar a vesícula.No caixão de bronze com detalhes dourados, Warhol vestia um terno de cashmere preto, gravata elegante, peruca platinum blonde e óculos de sol. As mãos seguravam um livro de preces e uma rosa vermelha. O enterro foi no St. John the Baptist Byzantine Catholic Cemetery, nos arredores de Pittsburgh. Antes do caixão baixar à sepultura, Paige Powell jogou um exemplar e uma T-shirt da Interview e um frasco do perfume "Beautiful", de Estee Lauder.

domingo, 23 de maio de 2010

WARIS DIRIE A FLOR DO DESERTO




A denúncia de mutilação genital das mulheres somalis é o grandioso objetivo Waris Dirie (seu nome significa Flor do Deserto). A modelo africana Waris Dirie, atravessa as fronteiras da Somália e mostra ao mundo o lado grotesco de sua cultura. Waris conta que foi mutilada aos cinco anos de idade, numa espécie de rito de passagem.O relato impactante mostra a crueldade e o preconceito aos quais são submetidas as meninas somalis. Seus clitóris são extirpados com objetos rudimentares, como facas, tesouras e lascas de pedras, sem preocupação com higiêne, pondo em risco milhares de vidas ( suas irmãs nao resistiram as infecções e morreram qdo pequenas). A cultura de seu país atribui à genitália feminina o estigma do mal, por isso toda filha mulher é submetida a ritual de mutilação. A modelo relata sua saga pelo deserto da Somália, fugindo da tirania do pai, cuja mentalidade cultural, permite não só a mutilação, como a escolha do marido para a filha, que na época havia escolhido um homem de 60 anos para casar-se com ela. A menina Waris foge,ainda sangrando para Mogastício a pé, enfrentando animais selvagens e areias escaldantes por 500Kms. A provação de Waris é recompensada em parte, fora do seu país e longe das imposições de sua cultura, ela se torna uma modelo conhecida internacionalmente, o que lhe permite denunciar ao mundo a bárbarie a que são submetidas as mulheres somalis.Hoje Waris é embaixadora da ONU e responde por assuntos que denunciam a crueldade contra as mulheres de seu país.
Waris Dirie nasceu em 1965 e buscou seu sonho de ser "livre" e de torna-se modelo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

IRMÃOS VILAS-BOAS

42 ANOS DE UMA LUTA EM FAVOR DOS VERDADEIROS DONOS DO BRASIL




Os Irmãos Vilas-Boas, Orlando (1914-2002), Cláudio (1916-1998) e Leonardo Vilas-Boas (1918-1961), foram importantes sertanistas brasileiros.



O mundo estava em plena Segunda Grande Guerra, falava-se até na declaração de uma alta autoridade européia que teria proposto ocupar os vazios do Brasil Central com as populações excedentes da Europa, já que a tônica da guerra era o espaço vital. Isso serviu para que tomasse vulto os planos de mudança da capital do país, localizada numa cidade litorânea, como era o caso do Rio de Janeiro, para o Brasil Central.

Assim, pode-se dizer que uma série de fatores ensejou a Marcha para o Oeste, todos relacionados com o contexto beligerante de então.


Expedição, década de 1940.Orlando, Cláudio e Leonardo tomaram parte desde as primeiras atividades da vanguarda da Expedição Roncador-Xingu criada pelo Governo Federal no início de 1943 com o objetivo, então, de conhecer e desbravar as áreas mostradas em branco nas nossas cartas geográficas. O índio apareceria, mais tarde, diante da Expedição como um "obstáculo".

Posteriormente foram designados chefes da Expedição. Em face disso foram acelerados todos os trabalhos em andamento, possibilitando assim que fosse vencida a grande e difícil etapa Rio das Mortes - Alto Xingu. A segunda etapa, ainda mais longa Xingu - Serra do Cachimbo - Tapajós, deixou no roteiro uma dezena de campos de pouso. Alguns desses campos - Aragarças, Xavantina, Xingu, Cachimbo, e Jacaréacanga, foram mais tarde transformados em Bases Militares e em importantes pontos de apoio de rotas aéreas nacionais e transcontinentais pelo Ministério da Aeronáutica. Outros campos intermediários como o Kuluene, Xingu, Posto Leonardo Vilas-boas, Diauarum, Telles Pires e Kren-Akôro, tornaram-se Postos de assistência aos índios.

Leonardo, Cláudio e Orlando foram os principais idealizadores e participaram do grupo integrado pelo marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, Heloísa Alberto Torres – então diretora do Museu Nacional, Café Filho - então vice-presidente da República, brigadeiro Raimundo Vasconcelos de Aboim, Darcy Ribeiro e José Maria da Gama Malcher - diretor do Serviço de Proteção aos Índios, que, pleiteou ao presidente da República a criação do Parque Nacional do Xingu. A criação desse parque visava preservar a fauna e a flora ainda intocada da região, assim como, principalmente, resguardar as culturas indígenas da área. Dessa reunião também participou o médico sanitarista Noel Nutels.


Orlando e Cláudio Vilas-boas.Como decorrência dos esforços envidados pelos irmãos Vilas-boas e pelo auxílio das personalidades citadas, foi criado, em 1961, o Parque Nacional do Xingu, a mais importante reserva indígena das Américas.

No que tange à fauna e à flora, a reserva procuraria guardar para o Brasil futuro um testemunho do Brasil do Descobrimento, considerando-se a descaracterização violenta pela qual vem passando as nossas reservas naturais. Ali, a reserva mostraria ao Sul os últimos descampados e cerrados do Brasil Central - para através de uma transição busca, mostrar ao Norte, com toda a exuberância, a Hiléia Amazônica caracterizada pelas seringueiras, cachoeiras, castanheiras e as gigantescas samaumeiras.Por fim, cabe registrar que no roteiro das Expedição Roncador-Xingu, órgão da vanguarda da Fundação Brasil Central, em toda a sua extensão entre os Rios Araguaia e Mortes, Mortes e Kuluene (região da Serra do Roncador), Kuluene-Xingu (abrangendo extenso vale), Xingu-Mauritsauá (cobrindo ampla região do Rio Teles Pires ou São Manuel, alcançando, ainda, a encosta e o alto da Serra do Cachimbo, nasceram mais de quarenta municípios e vilas, quatro bases de proteção de vôo do Ministério da Aeronáutica, dentre as quais se destaca a Base da Serra do Cachimbo.


A permanência efetiva dos irmão Vilas-boas na área do sertão foi de 42 anos.

Declínio da política indigenista
Depois de 45 anos defendendo a política indigenista, nascida da experiência do grande humanista Marechal Rondon, de que o índio só sobrevive na sua própria cultura, foi dispensado através de comunicação por fax do órgão do qual foi um dos fundadores: Fundação Nacional do Índio, a Funai. O fato causou grande reação da opinião pública, principalmente por cartas de leitores publicadas nos mais importantes jornais do Brasil.

Leonardo, o mais jovem, faleceu em 1961, Cláudio, o mais estudioso faleceu em 1998 e Orlando o mais velho faleceu em 2002.


Espalhados em pequenos grupos por este imenso País, destituídos da pujança do passado, perseguidos e incompreendidos ainda pela grande maioria da população CIVILIZADA os indios não passam de diminutas "ilhas humanas" cercada de inimigos de todos os lados. (irmãos Vilas-Boas)

DICAS DE BELEZA DE AUDREY HEPBURN

AO SER PERGUNTADA EM UMA ENTREVISTA QUAIS ERAM AS DICAS DE BELEZA QUE ELA SEGUIA ELA RESPONDEU:


Para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia.

Para ter lábios atraentes, diga palavras doces.



Pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; jamais jogue alguém fora.



A beleza de uma mulher não está na expressão facial, mas a verdadeira beleza de uma mulher está refletida em sua alma. Está no carinho que ela amorosamente dá, na paixão que ela demonstra.

Para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho.

Para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos.


Para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas.


A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.




A beleza de uma mulher cresce com o passar dos anos.



Lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos: uma é para ajudar a nós mesmos, a outra é para ajudar o próximo.

COM CARINHO RECEBI ESSAS FRASES DE DENISE MORAES, ADOREI.....E BLOGUEI











terça-feira, 13 de abril de 2010

ANGELA MARIA


Ângela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Conceição de Macabu, 13 de maio de 1928) é uma cantora brasileira.

Começou cantando em coro de Igreja. Enquanto trabalhava numa fábrica de lâmpadas, participava, às escondidas, de programas de calouros. Adotou o nome de Ângela Maria para não ser identificada pela família. Como ganhava todos os concursos, foi cantar no famoso Dancing Avenida e depois na rádio Mayrink Veiga. Em 1951 gravou o primeiro disco. Veio assim o sucesso que sempre a acompanhou. Atuou em cinema, no longa-metragem Portugal, Minha Saudade (1973).

Ângela Maria consagrou-se como uma das grandes intérpretes do gênero samba-canção (surgido na década de 1930), ao lado de Maysa, Nora Ney e Dolores Duran.

Gravou dezenas de sucessos como Não Tenho Você, Babalu, Cinderela, Moça Bonita, Vá, mas Volte, Garota Solitária, Falhaste coração, Canto paraguaio, A noite e a despedida, Gente humilde, Lábios de mel, etc.

Em 1996, foi contratada pela gravadora Sony Music e lançou o CD Amigos, com a participação de vários artistas como Roberto Carlos, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Chico Buarque, entre outros. O trabalho foi um sucesso, celebrado num espetáculo no Metropolitan, atual Claro Hall (Rio de Janeiro), e um especial na Rede Globo. O disco vendeu mais de 500 mil cópias.

Foi uma fase muito feliz da carreira da cantora que, no ano seguinte, apresentou o álbum Pela Saudade que Me Invade, com sucessos de Dalva de Oliveira, e um ano depois gravou, com Agnaldo Timóteo, o CD Só Sucessos, também na lista dos cem álbuns nacionais mais vendidos. Após a saída da Sony, Ângela voltou a gravar em 2003, desta vez pela Lua Discos, o Disco de Ouro, com um viés eclético, abrangendo compositores que vão de Djavan a Dolores Duran.

LILA WALLACE ....DEIXOU PARTE DE SUA FORTUNA PARA AS FLORES........










O museu mais lindo e importante de Nova York, o Metropolitan Museum of Art, ou Met para os íntimos, nos arrepia logo na entrada. No vão principal, conhecido como Great Hall, onde milhares de visitantes se esbarram por dia, há um detalhe marcante: as flores. Em cinco vasos gigantes, elas nos presenteiam com um ar de novidade, de frescor e de vida. Trocadas todas as segundas-feiras, quando o museu fecha para visitação pública, este presente está lá graças a uma mulher. Lila Acheson Wallace (1889-1984) que, ao falecer, deixou parte de sua fortuna para que as flores do Met não morressem com ela. Isso se chama filantropia. E também se chama amor.

Lila, juntamente com seu marido DeWitt Wallace, fundou em 1922 a revista Reader’s Digest. Hoje, a publicação tem 100 milhões de leitores em 163 países. Mas o começo não foi fácil: depois de baterem `a porta de diversas editoras e ouvirem ‘não’, resolveram colocar a mão na massa no porão do apartamento do casal, no Greenwich Village, em Manhattan. Na época, a circulação contabilizava de 5 mil exemplares. Lila cuidava dos negócios e DeWitt, da parte editorial.
Filha de imigrantes irlandeses e escoceses da igreja presbeteriana, Lila era a terceira de cinco filhos. Cresceu no centro-oeste americano e na infância andava `a cavalo e caçava. Formou-se em inglês e – ao contrário da vontade do pai, que não queria vê-la trabalhar – ela iniciou sua carreira como professora. Depois disso, voltou-se para trabalhos sociais, principalmente durante a Primeira Guerra Mundial. Lila recusou o primeiro pedido de DeWitt em casamento, mas não resistiu ao segundo. Quando ele faleceu em 1981, ela passou a ser a única dona da revista. Eles não tiveram filhos.O sucesso editorial lhe deu a oportunidade de gerenciar 60 milhões de dólares em filantropia. Lila se dedicou `as áreas de saúde, educação, música e artes. Foi uma das maiores doadoras do Met.
Metropolitan Museum of Art – Quinta Avenida entre as ruas 82 e 85 (www.metmuseum.org) Wallace Foundation –
www.wallacefoundation.org
por TANIA MENAI

domingo, 11 de abril de 2010

Os céticos diziam que ele seria desmascarado e que iria cair.Chico, no entanto, dizia que não iria cair, pois nunca havia se levantado... CHICO XAVIER


Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 — Uberaba, 30 de junho de 2002), nascido como Francisco de Paula Cândido[ e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.
Nascido de uma família pobre em Pedro Leopoldo, região metropolitana de Belo Horizonte, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Educado na fé católica, Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, após fenômeno obsessivo verificado com uma de suas irmãs. Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como relata em nota no livro Parnaso de Além-Túmulo, somente ganhou maior clareza em finais de 1931. O seu nome de batismo Francisco de Paula Cândido foi dado em homenagem ao santo do dia de seu nascimento, substituído pelo nome paterno de Francisco Cândido Xavier .Sua credibilidade serviu de incentivo para que médiuns espíritas e não-espíritas realizassem trabalhos espirituais abertos ao público. Chico é lembrado principalmente por suas obras assistenciais em Uberaba, cidade onde faleceu. Nos anos 1970 passou a ajudar pessoas pobres com o dinheiro da vendagem de seus livros, tendo para tanto criado uma fundação.
Segundo biógrafos, a mediunidade de Chico teria se manifestado pela primeira vez aos quatro anos de idade, quando ele respondeu ao pai sobre ciências, durante conversa com uma senhora sobre gravidez. Ele dizia ver e ouvir os espíritos e conversava com eles. Aos 5 anos conversava com a mãe, já desencarnada. Na casa de sua madrinha, foi muito maltratado, chegando a levar garfadas na barriga. Aos sete anos de idade, saiu da casa da mesma para voltar a morar com o pai, já casado outra vez. Ele, para ajudar nas despesas da casa trabalhava e estudava em escola pública. Por conseqüência, dormia apenas sete horas por dia.
No ano de 1924, termina o curso primário e não voltou a estudar, começando a trabalhar como auxiliar de cozinha em um restaurante no ano de 1925. No mês de maio de 1927, participou de uma sessão espírita onde vê o espírito de sua mãe, que lhe aconselha ler as obras de Allan Kardec, em junho ajudou a fundar o Centro Espírita Luiz Gonzaga, e em julho inicia os trabalhos de psicografia escrevendo 17 páginas. Em 1928, aos 18 anos, começou a publicar suas primeiras mensagens psicografadas nos jornais O Jornal, do Rio de Janeiro, e Almanaque de Notícias, de Portugal .
Chico Xavier faleceu aos 92 anos de idade em decorrência de parada cardíaca. Conforme relatos de amigos e parentes próximos, Chico teria pedido a Deus para morrer em um dia em que os brasileiros estariam muito felizes, e que o país estaria em festa, por isso ninguém ficaria triste com seu passamento. O país festejava a conquista da Copa do Mundo de futebol de 2002 no dia de seu falecimento. Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Recentemente, iniciou-se a construção de um centro em sua homenagem.


Antes de sua morte, ele havia deixado uma espécie de código com pessoas de sua confiança para que pudessem ratificar sua presença quando houvesse um contato. Já nos aproximamos do décimo ano de sua morte e nenhum contato foi confirmado até o momento.

Chico Xavier psicografou 451 livros, sendo 39 publicados após a morte. Nunca admitiu ser o autor de nenhuma dessas obras. Reproduzia apenas o que os espíritos lhe ditavam. Por esse motivo, não aceitava o dinheiro arrecadado com a venda de seus livros. Vendeu mais de 50 milhões de exemplares em português, com traduções em inglês, espanhol, japonês, esperanto, italiano, russo, romeno, mandarim, sueco e braile. Psicografou cerca de 10 mil cartas de mortos para suas famílias.Cedeu os direitos autorais para organizações espíritas e instituições de caridade, desde o primeiro livro.
Mesmo não tendo ensino completo ele escrevia em torno de 6 livros por ano entre eles livros de romances, contos, filosofia, ensaios, apólogos, crônicas, poesias... É o escritor mais lido da América Latina.


Uma de suas psicografias mais famosas, e que teve repercussão mundial, foi a do caso de Goiânia em que José Divino Nunes, acusado de matar o melhor amigo, Maurício Henriques, foi inocentado pelo juiz que aceitou como prova válida (entre outras que também foram apresentadas pela defesa) um depoimento da própria vítima, já falecida, através de texto psicografado por Chico Xavier. O caso aconteceu em outubro de 1979, na cidade de Goiânia, Goiás. Assim, o presumido espírito de "Maurício" teria inocentado o amigo dizendo que tudo não teria passado de um acidente.