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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PATRICK SWAYZE


O ator Patrick Swayze morreu aos 57 anos, vítima de complicações com um cancro no pâncreas, descoberto em Fevereiro de 2008.
Logo que foi diagnosticado com um tumor maligno, Swayze iniciou um tratamento radical de quimioterapia, passando por várias sessões nos últimos meses.
Patrick Swayze estreou-se nos cinemas em 1979, depois de ter se arriscado em diversas profissões, entre elas ginasta, violinista e dançarino de ballet clássico, uma das suas grandes paixões. O seu primeiro grande êxito surgiu com «Dirty Dancing - Dança Comigo» (1987), em que criou uma nova febre americana: a da dança de salão.
Pelo papel, Swayze foi nomeado para os Globos de Ouro e chegou a ser comparado com Marlon Brando e James Dean. No entanto, Swayze tornar-se-ia uma estrela mundial com a obra seguinte, «Ghost - Do Outro Lado da Vida».
O fenómeno de bilheterias fez de Swayze um galã, tornando-se não só um dos atores mais requisitados nas capas de revistas de todo o mundo, como também nas telas dos cinemas. Um ano depois, ganharia o título de Homem mais Sexy do Ano para a revista People, o mais respeitado do género.
Embora não tenha voltado a atingir semelhante destaque, Swayze ainda faria parte de produções de peso, como Donnie Darko e Cartas de um Assassino, entre outros. Alguns anos antes de ficar doente, Swayze mudou-se com a mulher Lisa Niemi, com quem era casado desde 1975, para um rancho de cinco hectares nas Montanhas de São Gabriel, próximas de Los Angeles, onde gostava de passar o tempo a andar a cavalos.

sábado, 1 de agosto de 2009

WALT DISNEY....PARA SER VISTO


Museu sobre Walt Disney será aberto em outubro

Em outubro, será inaugurado um museu dedicado exclusivamente ao desenhista Walt Disney, o Walt Disney Family Museum. Os detalhes foram apresentados dia 18 de julho em Nova Iorque.

O museu terá dez galerias, um teatro, um grande pavilhão para shows e um centro de formação.

Pretende-se mostrar uma visão completa da vida de Disney. O investimento aproximado no projeto supera a casa dos US$ 110 milhões. Prevê-se que 450 mil pessoas visitem o museu nos primeiros anos, e que a média de visitação se estabilize em torno dos 350 mil visitantes anuais.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

LOUIS BRAILLE UMA NOVA FORMA DE VER..


Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilómetros de Paris. O seu pai, Simon-René Braille, era um fabricante de arreios e selas. Aos três anos, provavelmente ao brincar na oficina do pai, Louis feriu-se no olho esquerdo com uma ferramenta pontiaguda, possivelmente uma sovela. A infecção que se seguiu ao ferimento alastrou-se ao olho direito, provocando a cegueira total.
Na tentativa de que Louis tivesse uma vida o mais normal possível, os pais e o padre da paróquia, Jacques Palluy, matricularam-no na escola local. Louis tinha enorme facilidade em aprender o que ouvia e em determinados anos foi seleccionado como líder da turma. Com 10 anos de idade, Louis ganhou uma bolsa do Institut Royal des Jeunes Aveugles de Paris (Instituto Real de Jovens Cegos de Paris).
O fundador do instituto,
Valentin Haüy, foi um dos primeiros a criar um programa para ensinar os cegos a ler. As primeiras experiências de Haüy envolviam a gravação em alto-relevo de letras grandes, em papel grosso. Embora rudimentares, esses esforços lançaram a base para desenvolvimentos posteriores. Apesar de as crianças aprenderem a ler com este sistema, não podiam escrever porque a impressão era feita com letras costuradas no papel.
Louis aprendeu a ler as grandes letras em alto-relevo nos livros da pequena biblioteca de Haüy. Mas também se apercebia que aquele método, além de lento, não era prático. Na ocasião, ele escreveu no seu diário:
"Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma."
Em
1821, quando Louis Braille tinha somente 12 anos, Charles Barbier, capitão reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um sistema de comunicação chamado de escrita noturna, também conhecido por Serre e que mais tarde veio a ser chamado de sonografia. Tratava-se de um método de comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num rectângulo com seis pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no campo de batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições. Assim, era possível trocar ordens e informações de forma silenciosa. Usava-se uma sovela para marcar pontinhos em relevo em papelão, que então podiam ser sentidos no escuro pelos soldados. A escrita nocturna baseava-se numa tabela de trinta e seis quadrados, cada quadrado representando um som básico da linguagem humana. Duas fileiras com até seis pontos cada uma eram gravadas em relevo no papel. O número de pontos na primeira fileira indicava em que linha horizontal da tabela de sons vocálicos se encontrava o som desejado, e o número de pontos na segunda fileira designava o som correto naquela linha. Esta ideia de usar um código para representar palavras em forma fonética foi introduzido no Instituto. Louis Braille dedicou-se de forma entusiástica ao método e passou a efectuar algumas melhorias.
Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. O sistema apresentado por Barbier, era baseado em 12 pontos, ao passo que o sistema desenvolvido por Braille é mais simples, com apenas 6 pontos. Braille, em seguida, melhorou o seu próprio sistema, incluindo a notação numérica e musical. Em 1824, com apenas 15 anos, Louis Braille terminou o seu sistema de células com seis pontos. Pouco depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Excepto algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.
Apesar de tudo, levou tempo até essa inovação ser aceita. As pessoas com
visão não entendiam quão útil o sistema inventado por Braille podia ser, e um dos professores principais da escola chegou a proibir seu uso pelas crianças. Felizmente, tal decisão teve efeito contrário ao desejado, encorajando as crianças a usar o método e a aprendê-lo em segredo. Com o tempo, mesmo as pessoas com visão acabaram por perceber os benefícios do novo sistema. No instituto, o novo código só foi adotado oficialmente em 1854, dois anos após a morte de Braille, provocada pela tuberculose em 6 de Janeiro de 1852, com apenas 43 anos.
Na França, a invenção de Louis Braille foi finalmente reconhecida pelo Estado. Em
1952, seu corpo foi transferido para Paris, onde repousa no Panthéon.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

UM ASTRO UM MITO ....UM HOMEM QUERENDO SER FELIZ




Michael Jackson, considerado o Rei do Pop, morreu na tarde desta quinta-feira (25) após sofrer parada cardíaca e ser levado às pressas para o hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles. O cantor de 50 anos não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa e deu entrada no hospital em estado de coma. Em Los Angeles, o irmão do cantor Jermaine Jackson, disse que uma equipe de médicos do Centro Médico UCLA passou uma hora tentando ressucitar o rei do pop.

Jermaine confirmou que os bombeiros encontraram Jackson com uma parada cardíaca, mas disse que ainda não se sabe o que causou isso. "A causa da sua morte só vai ser determinada após uma autópsia", disse. "Nossa família pede que a mídia respeite nossa privacidade ness momento difícil."


Michael Jackson nasceu em 29 de agosto de 1958 em Gary, Indiana, o sétimo de nove irmãos. Cinco dos irmãos Jackson - Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e Michael - apresentaram-se juntos pela primeira vez num programa de calouros quando Michael tinha 6 anos. Eles levaram o primeiro prêmio. O grupo mais tarde se tornou o The Jackson Five, e, quando assinou contrato com a gravadora Motown Records, no final dos anos 1960, passou por uma metamorfose final, tornando-se The Jackson 5. Pelo mesmo selo, Michael lançou seu primeiro álbum solo em 1972, "Got to be there".

De lá até a 2001, o cantor gravou outros oito álbuns solo, incluindo "Off the wall" (1979), produzido pelo lendário Quincy Jones, e "Thriller" (1982), que ficou 37 semanas consecutivas no primeiro lugar das paradas, com cerca de 60 milhões de cópias vendidas no mundo.

"Thriller" - que ganhou uma reedição comemorativa em 2008 - é uma das principais responsáveis por imortalizar pérolas pop como “Billy Jean” e “Beat it”. Ao todo, sete canções chegaram ao topo das paradas de sucesso nos Estados Unidos. O álbum deu origem ainda a um dos clipes mais cultuados desta era. Dirigido por John Landis, o vídeo da faixa-título mostra o astro pop se transformando em zumbi e traz a risada sinistra de Vincent Price, que assombrou muitos adolescentes no início dos anos 80.

Outros álbuns incluem "Bad" (1987), "Dangerous (1991) e "Invincible" (2001). No total, segundo cifras divulgadas nos Estados Unidos, Michael Jackson vendeu 750 milhões de discos.


Em 1994 Jackson se casou com a filha única de Elvis Presley, Lisa Marie, mas o casamento terminou em divórcio em 1996. Nesta quinta, a filha de Elvis disse que a morte do ex-marido a
deixou de 'coração partido'.

No mesmo ano Jackson se casou com Debbie Marie Rowe e eles tiveram dois filhos antes de se separarem em 1999. Eles nunca viveram juntos.

Jackson teve três filhos: Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II, este último conhecido por um momento público breve em que seu pai o segurou para fora da sacada de um hotel.

Entre as muitas polêmicas e escândalos protagonizadas por Michael Jackson, a mais significativa aconteceu em 2005, quando o cantor foi a julgamento após ser acusado de pedofilia e absolvido.

Sobre sua fisionomia, que mudou significativamente desde que ficou ficou mundialmente conhecido, Michael admitiu fez duas cirurgias no nariz e uma para ficar com uma covinha no queixo, segundo a autobiografia "Moonwalk" (1988). Já sobre a mudança na cor da pele, o cantor atribuiu-a à doença conhecida como vitiligo, que causa despigmentação.


Michael Jackson esteve no Brasil em 1993 durante a turnê do álbum "Dangerous". O astro se apresentou para 65 mil pessoas no estádio do Morumbi, em São Paulo, em um show programado para durar 2h20, mas que foi encerrado pouco antes de duas horas de apresentação. Contrariando as expectativas, ele não retornou ao palco para o bis. Alguns anos mais tarde, o cantor retornou ao país para gravar o clipe de "They don't care about us", música incluída no álbum "HIStory: Past, present and future – Book I". O vídeo foi rodado no morro da Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador. O grupo baiano Olodum fez uma participação. Procurado pelo G1, o presidente do
Olodum lamentou a morte de Michael Jackson.

ANGELS .......


A atriz americana Farrah Fawcett, ícone da década de 70 devido à sua participação na série As Panteras, morreu de câncer em Los Angeles aos 62 anos, segundo comunicado de seu porta-voz. Fawcett vinha lutando contra o câncer há três anos e sua batalha contra a doença foi mostrada em um documentário para a televisão, Farrah's Story. O parceiro de longa data, o ator Ryan O'Neal, revelou recentemente que os dois finalmente iriam se casar. A atriz e O'Neal têm um filho, Redmond, que está preso por crimes relacionados a drogas. "Depois de uma longa e corajosa batalha contra o câncer, nossa querida Farrah faleceu", disse O'Neal. "Farrah teve coragem, tinha força e tinha fé. E agora ela descansa em paz com os verdadeiros anjos", disse atriz Jaclyn Smith, que participou da série As Panteras junto com Fawcett, numa referência ao nome da série em inglês, Charlie's Angels.

terça-feira, 9 de junho de 2009

DONALD 75 ANOS ...PARABENS AMAMOS VC...

O Pato Donald, um dos personagens fetiches de Walt Disney, aquele a quem a vida não pára de apresentar dificuldades, mas que luta contra a adversidade com a mesma energia desajeitada, festeja nesta terça-feira seus 75 anos.



Donald apareceu pela primeira vez em 9 de junho de 1934 em um curta-metragem da série dos Silly Symphonies, "A Galinha Espertalhona", adaptada de um conto russo em que uma pequena galinha procura ajuda para plantar um campo de milho. Donald, seu vizinho, fará de tudo para não ter de colocar as mãos na massa.
Donald se torna um herói de desenho animado a partir de 1937. Ele então recebe a companhia de seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho, e da fiel Margarida, da qual mal conhecemos o grau de intimidade com este gentil anti-herói. Em 1947, surge o tio Patinhas.
De bom coração, Donald já exerceu durante estes 75 anos uma centena de profissões, sem realmente convencer em nenhuma delas, além de se ver regularmente sem dinheiro.
Walt Disney quis criar um personagem que fizesse contraponto com Mickey Mouse. E, segundo o site da Disney, o temperamento de Donald lhe valeu rapidamente uma popularidade que fará dele o herói de um número de desenhos animados maior que o do próprio Mickey: 128 exatamente, sem contar suas inúmeras aparições em outros desenhos ao lado de Mickey e Pluto, por exemplo.




segunda-feira, 1 de junho de 2009

DANNY LA RUE....UM SHOW










Danny La Rue, estrela de teatro e cabaré, morreu aos 81 anos, neste domingo (31/5), em Kent, na Inglaterra. "Danny La Rue morreu em paz durante o sono um pouco antes da meia-noite da noite passada após uma rápida indisposição", informou sua porta-voz em comunicado.
De acordo com o site de La Rue, o dramaturgo Noel Coward o chamou de "o maior profissional, o mais gracioso... e o mais completamente charmoso homem no mercado."
Referindo-se às personagens femininas, pelas quais La Rue era famoso, Bob Hope disse que ele era "a mais glamourosa mulher do mundo".
La Rue nasceu Daniel Patrick Carroll em Cork, na Irlanda, em julho de 1927. Ele tinha 9 anos quando foi levado à Inglaterra e teve de abandonar Londres durante a Segunda Guerra Mundial. Deixou a escola com 15 anos e trabalhou em uma loja de roupa em Exeter, sudoeste da Inglaterra. Gradualmente saiu do circuito regional de variedade para os grandes palcos de Londres.
Ele foi um dos mais bem pagos artistas da Grã-Bretanha na década de 1960 e aparecia regularmente na televisão. Até o fim de sua vida, esteve mais aberto em relação ao fato de ser homossexual e viveu por muitos anos com seu parceiro e administrador Jack Hanson até a morte dele na Austrália.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

ANIVERSARIO DE LUXO 80 ANOS


Se estivesse viva, Audrey Hepburn - a eterna bonequinha de luxo – completaria 80 anos este mês. Nascida em Bruxelas, na Bélgica, no dia 4 de maio de 1929, a atriz e modelo - falecida em 1993 - é considerada até hoje um dos maiores ícones de elegância e estilo.
A atriz, que encantou o mundo com sua beleza angelical, foi eleita por diversas vezes a personalidade mais bela de todos os tempos. Com 29 filmes no currículo, um Oscar pela primorosa atuação em "A Princesa e o Plebeu" (Roman Holiday, 1953) e uma postura singular, Hepburn transformou-se em um verdadeiro mito Hollywoodiano.

segunda-feira, 16 de março de 2009

CLODOVIL HERNANDES POLÊMICO INTELIGENTE INCOERENTE ............


Clodovil Hernandes

Biografia
Clodovil Hernandes nasceu no interior de
São Paulo,Elisiário em 17 de junho de 1937 e foi adotado por um casal de imigrantes espanhóis (Domingo Hernández e Isabel Sánchez), nunca tendo conhecido seus verdadeiros pais. Foi educado em colégio interno por padres católicos. Fala francês e castelhano, além do português. Nos anos 60 ganhou fama como estilista de alta costura, mantendo uma "rivalidade" com Dener.Clodovil formou-se professor, mas ainda jovem se tornou um estilista conhecido no país e logo passou a trabalhar também na televisão, na qual já acumula mais de 45 anos de carreira em quase todas as emissoras de TV do país. Ficou famoso em 1976, ao ganhar o prêmio máximo no programa "8 ou 800?", apresentado por Paulo Gracindo, ao responder perguntas sobre Dona Beja.No início dos anos 80, apresentou na Rede Globo o programa feminino TV Mulher, considerado revolucionário na época, ao lado da ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, então uma sexóloga.Em 1992, apresentou o programa Clodovil Abre o Jogo, da extinta Rede Manchete.Como premiado figurinista de teatro, Clodovil também já trabalhou como ator e possui registro como cantor.Em maio de 2001, Clodovil estreou no comando do programa Mulheres (TV Gazeta), ao lado de Christina Rocha. Polêmico como sempre, Clodovil fazia críticas à colega, ao vivo. Após alguns meses, a parceria foi desfeita, e Clodovil passou a comandar um talk-show nas noites da TV Gazeta, durante as quais preparava receitas para receber seus convidados.Em 2004, já na RedeTV!, passou por uma fase polêmica devido ao desentendimento com integrantes do programa Pânico na TV. Um dos quadros do programa propunha que personalidades consideradas arrogantes pela equipe calçassem as "sandálias da humildade", e em certo momento Clodovil tornou-se o alvo dos humoristas. O apresentador se esquivou de duas investidas dos repórteres do Pânico. Na terceira tentativa, foi perseguido por dois carros, um helicóptero e um trio elétrico. Seguido desde os estúdios da emissora, em Barueri, na Grande São Paulo, o veículo do apresentador foi fechado no meio da Marginal Pinheiros, e acabou por escapar. No dia seguinte à apresentação de todo o incidente no Pânico, Clodovil fez um desabafo ao vivo em seu próprio programa, A Casa é Sua, que apresentava desde 2003. Em seguida, abandonou os estúdios da RedeTV! com o programa em pleno ar. Dois dias depois, foi demitido da emissora. Em abril de 2007, Clodovil voltou à televisão com o programa "Por Excelência", na TV JB (o nome do programa faz referência à sua então condição de deputado federal). Foi demitido novamente por causa de alguns problemas de saúde.Em 2006 entrou para a política após candidatar-se e eleger-se deputado federal pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC), possuindo inclusive o terceiro maior número de votos em São Paulo, estado por onde se candidatou. Usou bastante ironia em sua campanha, como a frase: "Vocês acham que eu sou passivo? Pisa no meu calo para você ver..." Tornou-se então o primeiro homossexual assumido a ser eleito deputado federal. Apesar disso, declara-se contra a Parada do Orgulho GLBT, o casamento gay e o movimento homossexual brasileiro.
Em setembro de 2007 o deputado decidiu trocar de partido e filiou-se ao
Partido da República (PR), correndo desde então o risco de perder o mandato por infidelidade partidária, pois o TSE decidiu no dia 27 de março de 2007, que o mandato pertence ao partido e não ao eleito. No entanto, em 12 de março de 2009, foi absolvido por unamidade dos votos Clodovil deixou o partido alegando ter sido abandonado pela legenda desde a eleição, quando não recebeu material de campanha, e posteriormente, quando não recebeu assessoria jurídica do partido. Devido a isso, os ministros do TSE concordaram que houve perseguição interna, uma das condições que permitem que o parlamentar troque de legenda.

sábado, 14 de março de 2009

FARRAH FAWCETT UMA LEOA LUTANDO...


Mary Farrah Leni Fawcett nasceu em Corpus Christi no Texas, 2 de fevereiro de 1947 é uma atriz norte americana.Considerada um dos símbolos sexuais mais famosos nos anos 70 e 80.
Foi casada com
Lee Majors (da série "O Homem Biônico") e ficou famosa na TV americana ao integrar, na década de 70, o primeiro elenco da série "As Panteras", no papel da detetive loura.
O pôster que lançou pouco antes da estréia do seriado, no qual aparece em um maiô vermelho, vendeu 7 milhões de cópias nos primeiros meses.
Apesar de ser tratada como a estrela do seriado, abandonou-o ao final da temporada, o que lhe custou uma ação judicial movida pelos produtores por "quebra de contrato". Para se livrar de pagar a indenização milionária, Farrah aceitou um acordo no qual deveria aparecer em três episódios anuais por 3 temporadas da série.
Depois de se separar de Lee Majors, Farrah teve um romance com o ator
Ryan O'Neal que durou 17 anos e com quem teve um filho. Esse caso fez com que Ryan tivesse um sério atrito com sua filha atriz Tatoon O'Neal, que não aceitou essa relação.
Nos últimos tempos Farrah teve diversos problemas pessoais, sendo agredida por um namorado e tendo que participar do seu julgamento. As fotos da polícia em que ela aparece toda cheia de hematomas acabaram por ser publicadas por um tablóide, tornando-a um símbolo de luta das mulheres americanas contra a violência de seus parceiros.
Ela também retirou um tumor e desde então vem lutando contra um
câncer no intestino, com ajuda da quimioterapia.

O programa de televisão Entertainment Tonight, da CBS, começou a emitir uma série de vídeos que mostram a luta contra o cancro da actriz Farrah Fawcett, que está a fazer um tratamento especial na Alemanha.

PATRICK SWAYZE UMA LUTA


Patrick Swayze nasceu em Houston, 18 de agosto de 1954 é um ator estadunidense.
Começou sua carreira como
bailarino clássico, interrompendo por problemas recorrentes de lesões originadas na juventude do futebol americano. Decidiu então priorizar sua carreira como ator.
Swayze ,filho de Patricia "Patsy" Yvonne Helen, coreógrafa, instrutora de dança, e dançarina - e Jesse Wayne Swayze. Embora o apelido "Swayze" seja de origem francesa, é sobretudo de ascendência irlandesa. O seu irmão, Don Swayze, também é ator.
Até os 20 anos, Swayze vivia no bairro de Oak Forest, Houston, onde ele estudou na Santa Rosa de Lima, Escola Católica. Durante este tempo, ele também prosseguido múltiplas habilidades artísticas e esportivas, como patinação gelo, ballet clássico, e atuando. Estudou ginástica na vizinha San Jacinto College, por dois anos.
Em 1972, mudou-se para Nova York para completar sua formação formal de dança no Ballet Harkness e Joffrey Ballet. É casado com a atriz Lisa Niemi.


Estrelou filmes de sucesso como Ghost - do outro lado da vida, Dirty Dancing e Donnie Darko.
Está, atualmente, trabalhando como Charles Barker, um agente do FBI, na série
The Beast.
Patrick Swayze sofre de
câncer no pâncreas, e está em tratamento, em estado muito delicado.

sábado, 7 de março de 2009

DARLENE GLÓRIA...QUEDA PARA O ALTO


Com um extenso currículo de ex-candidata a miss, ex-cantora de rádio, ex-atriz de circo, ex-namorada do policial da repressão Mariel Mariscot, ex-drogada, ex-interna no Hospital Psiquiátrico Pinel e ex-filha-de-santo, a atriz capixaba Darlene Glória, nascida Helena Maria Glória Vianna, 56 anos, hoje não se restringe a militar somente na Assembléia de Deus, religião que, segundo ela, abraçou para encontrar a paz. É verdade que o passado que sepultou sua vivacidade e seu indiscutível talento também foi enterrado com a virada radical que deu há 25 anos. Mas, depois de espalhar pelos quatro cantos a palavra de Deus e ficar restrita aos trabalhos evangélicos e do lar, ela percebeu que esse mesmo Deus a liberou para voltar à carreira de atriz. Uma carreira, diga-se, que, se não fosse atropelada pelas loucuras que cometeu e pelas montanhas de drogas que consumiu, ainda seria repleta de brilho. Quem não viveu os anos 70 e assim, na mesma década, não pôde acompanhá-la como a grande musa do cinema nacional de então não tem idéia do talento de Darlene Glória. Seu vigor nas telas era insuperável. Tão insuperável que foi difícil para Marília Pêra no momento reconstituir nos palcos o clássico de Nelson Rodrigues Toda nudez será castigada, texto adaptado para o cinema com Darlene no papel da prostituta Geni.
Revigorada depois de uma vida religiosa, a atriz inicia uma nova fase em sua vida. Faz parte desse processo o lançamento de Uma nova Glória , biografia que passa sua trajetória a limpo e que será transformada em filme sob a batuta do velho companheiro de guerra Roberto Faria, produtor do premiado Toda nudez será castigada, primeiro sucesso de Arnaldo Jabor como cineasta. Nascida em São José do Calçado, Espírito Santo, Darlene cresceu em uma família pacata e religiosa, protegidíssima como segunda filha de seis irmãos. Sua avó era a parteira da cidade e o pai, agente dos Correios. A mãe, dona de casa, foi quem mais brigou por sua conversão. "Aprendi o Evangelho até os 12 anos, quando nos mudamos para Cachoeiro de Itapemirim", lembra a atriz, que se fixou no Rio de Janeiro no auge da carreira. Darlene Glória voltou dos Estados Unidos há um ano, onde passou cinco. Atualmente mora em um espaçoso apartamento em Copacabana, zona sul carioca, com seus quatro filhos, entre eles Rodrigo, 28 anos, nascido da sua única noite de amor com Mariel Mariscot. Confessa que continua amando Marcus Vinícius de Almeida Brandão, pai de dois de seus filhos e de quem está separada há quase uma década. "Para quem tinha uma pomba-gira, verdadeiro furor uterino, ficar nove anos e meio sem fazer sexo é uma grande prova de que Deus existe." Agora, seu maior sonho é voltar a fazer novelas. Mesmo assim, recusou o convite de Walter Avancini para viver uma bruxa em Brida. "Posso fazer uma prostituta, mas bruxa não, porque lida com as trevas", disse ela na entrevista calorosa e ousada que concede .Experimentei LSD, maconha, cocaína e bolinhas. Só não tomei picada. Não descartava remédio para acordar e também para dormir. Era todo dia, a qualquer hora. Às vezes, dava um espaço de dois dias para me recuperar. Foi um milagre não ter morrido de overdose.
Nunca fui a Vera Fisher da minha época, É preciso muito tato e isso saiu numa revista evangélica. Tenho muito carinho por Vera, admiro e oro por ela. Se tivesse que ajudá-la, não seria pela imprensa. Mas a verdade é que eu fui muito mais fundo que ela. Tenho compaixão e sei que Vera vai sair dessa, porque o Brasil inteiro reza por essa mulher maravilhosa. Sei da angústia que ela vive. Muita gente olha de fora e pensa que ela tem uma vidona, que tem tudo, mas nem imagina o que é seu inferno interior.
O fundo do poço, foram os dias que antecederam minha conversão. Cheguei de volta do Festival de Berlim, em 1973, no auge da fama. Eu me sentia vitoriosa, reconhecida como atriz e não só como a mulher que se despia na tela. Voltei com todos os troféus, mas queria morrer. Era capa de revistas e eu com uma taquicardia que me consumia. Amargava dias difíceis, andando encurvada como se carregasse um peso de 500 quilos nas costas. A droga era parte da minha rotina.
Fui estuprada duas vezes, candidata a Miss Cachoeiro de Itapemirim e meu sonho era chegar a Miss Espírito Santo. Tenho certeza de que foi tudo armado por minha hostess, que me dopou. Quando me dei conta, apaguei. Só sei que o homem que praticou a violência era rico. Acordei com um forte barulho de pancadas na porta, sem roupa e com o lençol manchado de sangue. O estuprador tinha mandado seu empregado completar o serviço. Foram dois estupros seguidos, nem tinha acordado direito e veio o outro, um jumento que quase me matou. O estuprador rico disse que se eu falasse alguma coisa era uma mulher morta. Logo eu, que sonhava com o príncipe encantado.
Fui garota de pragrama em uma fase da minha . Mas me revoltava. Por que minha profissão não me dava o dinheiro suficiente para viver? Artista e prostituta naquela época eram a mesma coisa. Não havia reconhecimento. Isso foi muito antes de eu me tornar famosa.
Tive uma unica noite Mariel Mariscot, policial ligado ao Esquadrão da Morte. É o pai, inclusive, de um de meus filhos, Rodrigo, 28 anos, na única noite em que dormimos lado a lado, fiquei grávida de Rodrigo. Foi uma época de desencontros, porque ele achava que eu era louca, drogada. Eu o amei demais. Ele era machão e eu não era submissa, mas uma rebelde. Então, não funcionava. Mas ficou o Rodrigo, que não é um filho, mas o melhor amigo que tenho na Terra . Esse rapaz lindo é músico, compositor e vai lançar um disco solo. Contei a ele a história de amor que vivi com seu pai. Muita gente queria matar Mariel, porque ele também matou muita gente. Queria aparecer de bom moço, como pai do filho de Darlene Glória, e eu queria esconder o menino, assustada. Eu e Rodrigo tivemos que fugir várias vezes de pessoas que queriam nos matar. Houve até tentativa de rapto. Foram 18 anos de perseguição.
Meu ultimo marido era o pastor Marcus Vinícius de Almeida Brandão, não era figura tão polêmica, mas me deixou para viver com uma mulher de 20 anos. Ele se casou com uma mocinha, mas não estão mais juntos. Os homens gostam de fazer isso. Várias amigas minhas, como Betty Faria, Suzana Vieira e Lígia Azevedo, só querem garotos. E os homens só querem meninas. Eu não quero um garoto, já passei dessa fase. Eu ainda amo meu marido, mesmo que me proíba de usar seu nome ou fale mal de mim.
Nunca mais. Sou uma "fonte selada", expressão bíblica. Não espero ninguém mais, porque sei que meu príncipe voltará. Para quem tinha uma pomba-gira, verdadeiro furor uterino, ficar nove anos e meio sem fazer sexo é uma grande prova de que Deus existe.
ISTOÉ – Você conviveu com os cineastas brasileiros que dominaram a cena nos anos 60 e 70 como Arnaldo Jabor, diretor de Toda nudez será castigada. O que você sente quando hoje vê Jabor fazendo comentários na televisão?Darlene – Me dá tristeza. Gemo por dentro. Está traindo a si mesmo, porque ele é muito mais que aquilo. É um iate se fazendo de barquinho.
A constatação de que eu era reconhecida foi um desafio alcançado. Mas a glória me trouxe a sensação de derrota, de fracasso. Acabaram-se os desafios, não tinha mais por que lutar.Não tinha mais como subir profissionalmente. Fui até convidada para filmar na Universal Pictures, em Hollywood, mas passei o tempo todo nos Estados Unidos tomando porres com Tom Jobim e sua mulher na época. Fui para ficar um mês com um diretor alemão, por quem tinha me apaixonado. Mas quando voltei, me tranquei em casa para morrer. Nesse tempo, estava envolvida com um português rico, 30 anos mais velho, que era o diabo em pessoa. Não conseguia me livrar dele. Tomava todas as drogas e quando voltava estava naquela realidade terrível. Vários artistas iam para a clínica Dr. Eiras, em Botafogo, para se desintoxicar. Vinícius de Moraes foi um deles. Uma noite, desesperada, peguei um táxi e fui para lá dizendo que ia morrer, mas não quiseram me internar. Em outra crise de angústia resolvi ir para o Pinel. Botei um salto com plataforma de 16 cm, uma saia azul cheia de pontas e um batom vermelho. Entrei gritando help, help! (socorro, socorro!). Eu me senti a Marilyn Monroe. Quando vi a injeção de sossega leão, quis fugir. Mas aí era tarde.
Fui para São Paulo fazer o papel principal de O marginal, com direção de Carlos Manga. Passei a noite inteira bebendo e, quando estava dormindo, esse senhor português apareceu no hotel com enfermeiros de uma clínica particular e me tiraram do ar com a sossega leão. Saí do corpo. Tive uma regressão até os dez anos, vi a claridade do trono de Deus. E, ao mesmo tempo, era uma mulher de 30. Aos dez anos me entreguei a Deus e tinha me esquecido disso. Tenho certeza de que foi esse voto que me manteve viva. Quando acordei, o médico me disse: "Você morreu!" E entendeu depois que tinha sido um plano contra mim. Podia ter morrido.
A ligação com o candomblé se iniciou domesticamente. Tinha um tio na família, Liliu, que foi pai-de-santo durante 50 anos, mas se converteu agora à Assembléia de Deus. Certa noite, meu tio me acordou com gritos horrorosos, como se um porco estivesse sendo estripado e morto. Vi horrorizada que ele se contorcia e espumava no chão. Sabia que se tratava de uma manifestação demoníaca. De outra vez, viajei com três pais-de-santo que diziam que me salvariam do mal. Chegamos em um lugar deserto e ermo, onde havia uma casa cinza e sem janelas. Aí, eles disseram: "Vai descer o pessoal do cemitério!" Quis escapar, mas eles tinham as chaves. Começou então uma orgia infernal. Os três se transfiguraram horrivelmente, contorcendo-se enquanto desciam até o chão como répteis, entortando mãos e pés para trás, babando e revirando os olhos. Espumavam e não falavam nada, só grunhiam feito porcos, como fazia meu tio. Onde fui cair, meu Deus!
Fiz várias cirurgias plásticas. Vou dando toques. Mulher tem que fazer isso. Se eu não gostar de mim, não posso gostar de ninguém. Agora mesmo acabei de fazer uma plástica para consertar uma burrada, que me deixou com a boca grande demais.
Escrevi nos Estados Unidos minha biografia e, às vezes, interrompia para chorar,e nesse periodo fui diarista em casas de familia.

MARTA ROCHA




No finalzinho do inverno brasileiro, mais precisamente dia 19/09 de 1936, nasce a sétima Maria da família Rocha. A lenda de que o sétimo filho do mesmo sexo estaria destinado a seguir uma trajetória muito diferente da dos outros irmãos, deixou de ser crença para dar início a brilhante vida de Maria Martha Rocha, a sétima filha.Seu pai o engenheiro Álvaro Rocha e sua mãe Hansa Rocha, criaram uma grande família de 11 filhos com uma mistura de descendências portuguesas, francesas, dinamarquesas, húngaras. No meio de tanta beleza se destaca Martha Rocha. Uma brasileira de cabelos dourados e olhos azuis que desde pequena encantava e era admirada por todos.A infância de Martha, não foi tão glamurosa quanto sua época de miss. Do tempo em que morava na Barra e passava suas férias em Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Martha gosta de lembrar das vezes em que ficava sonhando com os ídolos do rádio, como Gregório Barrios, dos divertidos passeios com os amigos ( ás vezes as escondidas ) e sua irmã Laura.Sua vida dentro de casa era um tanto fria e distante. Vale lembrar que naquela época a educação era rígida e a vida em família era 100% patriarcal.Apesar de uma educação cheia de limites, Martha tinha noção do seu poder de sedução nato e gostava disso. Era cortejada por todos os garotos da região. Em uma das famosas festas no clube Cabana da Barra (SSA-BA), conhece a sua primeira paixão: Heitor. Um homem simpático e não muito bonito, mas que conseguiu ter o coração de Martha. Aos 18 anos em uma incrível coincidência, conhece Guilherme Simões, sobrinho do fundador do Jornal A Tarde. Guilherme a convence participar do concurso de Miss Bahia. Martha acha tudo aquilo muito engraçado e apesar de insegura decide participar do concurso. Seu pai deixa claro que não aprova a decisão da filha. Mesmo assim, Martha vai ao desfile e com sua beleza e carisma ganha o concurso de Miss Bahia. Desde então a vida da baiana forte e decidida nas suas posições começa a subir os degraus da fama.De Miss Bahia para Miss Brasil foi um piscar de olhos. Martha viajou para o Rio de Janeiro com sua mãe. No Rio, Martha Rocha podia tudo.Era a cidade dos seus sonhos, achava que lá iria começar a ser livre, e realmente começou.Martha Rocha foi consagrada Miss Brasil por unanimidade. Uma brasileira loira de olhos azuis representava o nosso país. Uma contradição? Talvez, mas até hoje Martha Rocha é o perfil do que há de beleza feminina.Em julho de 1954, ela chega aos EUA. Com 18 anos, no fervilhar da juventude Martha Rocha concorre ao título de Miss Universo. Desta vez, contava com um enxoval oferecido pelas melhores boutiques paulistas. Todos queriam vestir a nossa miss. Sua mãe sempre estava presente nas viagens. Apesar de não estar nos eventos sociais com a filha, D. Hansa era o refúgio e a pessoa que a apoiava em qualquer decisão.O povo americano, idolatrava Martha Rocha e as pesquisas de opinião pública, já a consagravam Miss Universo. Jornalistas de importantes jornais da época como Folha de São Paulo e O Cruzeiro acompanhavam Martha, não só por interesses profissionais. A brasileira acariciava os olhos e maltratava os corações dos homens.Ficar com o segundo lugar no concurso de Miss Universo nas condições que ela estava, não foi nada humilhante.O povo americano festejou a vitória de Martha Rocha com tanta euforia que nem ela mesma acreditava no que via.Fatores sociais, políticos e até as medidas dos corpos das candidatas, foram levantadas como possíveis boicotes do concurso. Mas de que importava? A nossa Miss Brasil, não precisava ser Miss Universo, para estar no coração dos brasileiros e comprovar a sua beleza.Martha Rocha era linda naturalmente e já tinha se tornado um mito.Conheceu estúdios Hollywoodianos, atores, atrizes e chegou a ganhar 30 mil dólares para fazer uma propaganda da Gesse Lever, uma empresa de cosméticos americana.A sua volta para o Brasil foi comemorada de todas as formas. Na Bahia foi recebida pelo governador da época, Régis Pacheco. Seguiu até o Palácio da Aclamação em um carro aberto e uma procissão a acompanhava. Milhares de pessoas queriam receber e dar carinho para a Miss Brasil.Era a pessoa mais requisitada em todos os eventos da cidade. Jantares, inaugurações, festas, em qualquer lugar Martha Rocha marcava presença. Até a penitenciária Frei Caneca, Martha visitou.A Miss ganhou a atenção do povo para Juscelino Kubitschek em uma varanda de hotel. Ela era a pessoa mais importante no cenário brasileiro na década de 50.Na mesma época conheceu Getúlio Vargas ( presidente ), freqüentava a casa de Kubitschek – era amiga de Sara Kubitschek.Mas foi em 1955 que um banqueiro português Álvaro Piano conquistou o coração de Martha e se tornou o primeiro marido da Miss. Um homem discreto que apoiava a profissão da esposa, mas não gostava de estar exposto à imprensa. Por isso o casamento foi bem discreto, em Buenos Aires, longe do assédio dos fãs.Antes de casar, gravou dois discos com Emilinha Borba e só não seguiu carreira de cantora porque o seu destino era outro. Álvaro era seu maior fã em qualquer circunstância.Martha Rocha sempre estava à frente do seu tempo. Casou cedo, foi morar longe da família e passou a ser dona de casa, na Argentina. Era vizinha da família Perón, portanto, sempre estava rodeada de pessoas importantes.Com Álvaro teve dois filhos: Álvaro Luis e Carlos Alberto. O seu casamento era um verdadeiro sonho. Álvaro era o parceiro ideal e supria até a saudade do Brasil e da família.Toda história tem um episódio de tristeza e nessa não podia ser diferente. O mesmo destino que traçou a brilhante trajetória da Miss Martha, tirou o banqueiro português da sua vida.Em uma viajem de avião de volta pra casa, Álvaro Piano morre.Martha Rocha com 23 anos e viúva, fica inconsolável e apesar de receber grande apoio da família do marido, decide voltar para o Brasil.A Miss volta para sua terra natal e como não se pode fugir do destino, volta também a estar presente no meio social. Um refúgio talvez, para suprir a imensa dor do seu coração.Em 1961, conhece Ronaldo Xavier de Lima que mais tarde viria a se tornar o seu segundo marido. Ronaldo era um homem bonito, charmoso e ao contrário de Álvaro gostava de festas e eventos.O segundo casamento de Martha Rocha foi o frissom do ano. A igreja da Candelária no Rio não podia acomodar tanta gente. Fotógrafos, jornalistas, amigos, curiosos, todos queriam ver a linda Miss Brasil, vestida de noiva.Foi necessário ajuda da polícia para conter os ânimos. Martha casou feliz e sonhava com um relacionamento duradouro. A lua-de-mel em Paris foi um verdadeiro luxo.Martha participou de campeonatos internacionais de cavalos ao lado da Rainha da Inglaterra, conheceu o príncipe Charles, entre outras celebridades.Apesar de tanto glamour, mais uma vez, terei que contar um episódio triste. Ronaldo se revela uma outra pessoa. Depois de 13 anos tentando manter seu casamento, decidiu – se separar –se.Claudia foi o grande fruto dessa relação.Naquela época a separação entre casais ainda não era uma coisa natural. Os três filhos ( Álvaro, Carlos e Claudia ) foram morar com Ronaldo Xavier.Martha Rocha sofre sua segunda decepção amorosa. Mas como o nome dela já diz, nossa Miss é forte como pedra.Depois disso, Martha que sempre contou com o apoio de Bebeth, Lígia e Roberto ( amigos do Rio), continua a sua vida.Hoje os filhos, Carlos Alberto (42), Álvaro Luis (43) e Claudia (35) lhe dão alegrias e netos.Portanto, nem tudo foi glamour na vida da nossa miss. Martha Rocha enfrentou desentendimentos familiares e apertos econômicos, que mudaram seu tipo de vida e seus valores. Nem um câncer no seio esquerdo da nossa Miss Brasil, tirou a força dessa mulher. E durante o tratamento da sua doença Martha Rocha desenvolve outro dom além passarelas, desfiles e fotografias. A pintura foi uma verdadeira terapia. Atualmente além de seus eternos compromissos com a moda, Martha pinta e vende seus quadros, que além de distraí-la, é a sua fonte de renda.A eterna Miss Brasil, nunca será esquecida pelos seus admiradores.Martha Rocha é um mito real que faz parte da história do povo brasileiro.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

CORA CORALINA


Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889, na casa que pertencia à sua família há cerca de um século, e que se tornaria o museu que hoje reconta sua história. Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e Jacita Luiza do Couto Brandão, Cora, ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto (seu nome de batismo), cursou apenas as primeiras letras com mestra Silvina e já aos 14 anos escreveu seus primeiros contos e poemas. "Tragédia na Roça" foi seu primeiro conto publicado.
Em 1934 casou-se com o advogado Cantídio Tolentino Bretas e foi morar em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde nasceram e foram criados seus seis filhos. Só voltou a viver em Goiás em 1956, mais de vinte anos depois de ficar viúva e já produzindo sua obra definitiva. O reencontro de Cora com a cidade e as histórias de sua formação alavancou seu espírito criativo.

Cora Coralina faleceu em Goiânia, a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora.


Não sei... se a vida é curta... Não sei... Não sei... se a vida é curta ou longa demais para nós. Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo: é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira e pura... enquanto durar.
CORA CORALINA

ELEANOR ROOSEVELT




Anna Eleanor Roosevelt nasceu em 11 de Outubro de 1884 e faleceu em 7 de Novembro de 1962). Esposa de Franklin Delano Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos. Diplomata e ativista dos direitos humanos.

Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer.Eleanor Roosevelt

Ninguém pode fazer com que te sintas inferior sem o teu consentimento.Eleanor Roosevelt

O meu maior medo foi sempre o de ter medo - física, mental ou moralmente - e deixar-me influenciar por ele e não por sinceras convicções.Eleanor Roosevelt

Ninguém ganhou a última guerra nem ninguém ganhará a próxima.Eleanor Roosevelt

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos."Eleanor Roosevelt

Ninguem pode magoar voce sem o seu consentimento.Eleanor Roosevelt

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos.Eleanor Roosevelt

Se alguém trai você uma vez, a culpa é dele. Se trai duas vezes, a culpa é sua.Eleanor Roosevelt

"A filosofia de uma pessoa não é melhor expressa em palavras; ela é expressa pelas escolhas que a pessoa faz. A longo prazo, moldamos nossas vidas e moldamos a nós mesmos. O processo nunca termina até que morramos. E, as escolhas que fizemos são, no final das contas, nossa própria responsabilidade."Eleanor Roosevelt

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído."Eleanor Roosevelt

Todos os dias faça alguma coisa de que você tem medo.Eleanor Roosevelt

CLARA NUNES A GUERREIRA


Clara Nunes nasceu em Paraopeba, MG, em 12 de agosto de 1943. O pai, Mané Serrador, era violeiro e cantador de folias-de-reis. Órfã desde pequena, aos 16 anos foi para Belo Horizonte, onde conseguiu empregar-se como operária numa fábrica de tecidos.
Por essa época cantava no coral de uma igreja, ao mesmo tempo em que, ajudada pelos irmãos, concluía o curso normal. Em 1960 foi a vencedora da final do concurso A Voz de Ouro ABC, em sua fase mineira, com Serenata do Adeus (Vinícius de Moraes), e obteve o terceiro lugar, na finalíssima realizada em São Paulo, com Só Adeus (Jair Amorim e Evaldo Gouveia). Contratada pela Rádio Inconfidência, de Belo Horizonte, durante um ano e meio teve um programa exclusivo na TV Itacolomi. Nessa mesma época, cantava em boates e clubes, tendo sido escolhida, por três vezes, a melhor cantora do ano.
Em 1965 foi para o Rio de Janeiro e passou a apresentar-se na TV Continental, no programa de José Messias. Ainda nesse ano, após teste, foi contratada pela Odeon, que, em 1966, lançou seu primeiro LP, A voz adorável de Clara Nunes, em que interpreta boleros e sambas-canções. Em 1968, gravou Você passa e eu acho graça (Ataulfo Alves e Carlos Imperial), que foi seu primeiro sucesso e marcou sua definição pelo samba.
Em 1972, além de ter realizado seu primeiro show, Sabiá, sabiô (com texto de Hermínio Bello de Carvalho), no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, lançou o LP Clara, Clarice, Clara, com musicas de compositores de escolas de samba e outras de Caetano Veloso e Dorival Caymmi. Ainda nesse ano, gravou o samba Tristeza pé no chão (Armando Fernandes), apresentado no Festival de Juiz de Fora, que vendeu mais de 100 mil copias. Em fevereiro 1973, estreou no Teatro Castro Alves, em Salvador, com o show O poeta, a moça e o violão, ao lado de Vinícius de Moraes e Toquinho. Em 1973 gravou na Europa o LP Brasília e, no Brasil, o LP Alvorecer, que chegou ao primeiro lugar de todas as paradas brasileiras com Conto de areia (Romildo e Toninho). Em 1974, ao lado de Paulo Gracindo, atuou no Canecão, no Rio de Janeiro, na segunda montagem do espetáculo Brasileiro, profissão esperança, de Paulo Pontes (do qual foi lançado um LP), que contava as vidas de Dolores Duran e de Antônio Maria. Em 1975, ano do seu casamento com o compositor Paulo César Pinheiro lançou Claridade, seu disco de maior sucesso. Outro grande sucesso veio em 1976, com o disco Canto das três raças. Em 1977 lançou As forças da natureza, disco mais dedicado ao samba e ao partido-alto. Em 1978 lançou o disco Guerreira, interpretando outros ritmos brasileiros. Em 1979 lançou o disco Esperança. No ano seguinte veio Brasil mestiço, que incluiu o sucesso Morena de Angola, composto por Chico Buarque para ela. Em 1981 lançou Clara, com destaque para Portela na avenida. No auge como intérprete, lançou em 1982 Nação, que seria seu último disco.
Morreu em 02 de Abril 1983, depois de 28 dias de agonia, hospitalizada após um choque anafilático ocorrido durante uma cirurgia de varizes. Em dezembro de 1997, a gravadora EMI reeditou a obra completa da artista, em 16 CDs remasterizados no estúdio de Abbey Road, em Londres, e embalados em capas que reproduzem as originais.

JEAN HARLOW FOTO FILME INACABADO





Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, 3 de março de 1911Los Angeles, 7 de junho de 1937), foi uma atriz norte-americana de cinema, que antecedeu Marilyn Monroe como a primeira atriz loira a explorar seu sex-appeal.
Jean começou em
Hollywood como figurante por necessidade, para pagar as despesas de casa, pois seu padrasto italiano não era lá muito adepto do trabalho. Howard Hughes, que estava refilmando Anjos do Inferno em versão falada, encantou-se por ela. Terminado o filme, Jean fez uma turnê pelo país em divulgação do mesmo. Infelizmente, Hughes não tinha outros projetos para ela e acabou por emprestá-la a outros estúdios.
Em 1932, casou-se com um assistente de
Irving Thalberg na MGM, Paul Bern. Era uma escolha estranha para uma mulher de 21 anos, que poderia ter um dos belos atores com quem trabalhava. Ele tinha 42 anos, era pequeno, de poucos cabelos e tinha um bigode fino. Era gentil, inteligente e muito querido – chamavam-no carinhosamente de "pequeno padre confessor", devido a sua paciência em ouvir os problemas de todos. A relação dos dois era muito conturbada. Ironicamente, a deusa sensual das telas escolheu para marido um homem impotente, sexualmente falando. Ele passou a agredi-la, devido a sua frustração. A situação logo se tornou insuportável. O casal viva de aparências. Então, certo dia, enquanto Jean estava no estúdio, Bern se matou com uma pistola de calibre 38, encharcado do perfume favorito da esposa, Mitsuko.
Estrelou em mais de trinta filmes em uma carreira que durou apenas dez anos, até 1937. Jean ficou doente, talvez em decorrência de complicações nos rins, uma seqüela, ainda, das agressões de Bern. Na época, viva com sua mãe e esta recusou-se a chamar um médico, devido a sua crença religiosa. Quando um amigo veio socorrê-la, foi tarde demais. A loura platinada morreu prematuramente aos 26 anos, por insuficiência renal.

GINA LOLLOBRIGIDA


Gina Lollobrigida

Era filha de um fabricante de móveis. Transferiu-se para
Roma, a fim de estudar no Instituto de Belas Artes. Ali, para manter-se, posa como modelo fotográfica e participa do concurso de Miss Itália, classificando-se em terceiro lugar.
Inicia nesta época sua carreira cinematográfica, fazendo pequenas figurações em filmes populares do
pós-guerra, chamados em italiano de film operetta.
Em
1949 casa-se com o médico eslavo Milko Skofic, que tornou-se seu empresário e com quem teve, em 1957, o filho Milko Jr.
No início da
década de 50 realizou seus primeiros papéis de sucesso, como "Campane a martello", de Luigi Zampa, em 1949 e "Achtung Banditi" (1951), de Carlo Lizzani, atuando ao lado do jovem Marcello Mastroianni e, sobretudo, "Fanfan la Tulipe", de 1952 - consagrando-a também em França, além da Itália. Neste mesmo ano encontra grande popularidade com "Altri tempi.
Realizou extensa filmografia, quer na Itália, em França e nos
Estados Unidos.
Padrão de beleza dos
anos 50, La Lollo - como era conhecida - interpretava papéis sensuais, que lhe renderam a alcunha de "A mulher mais bela do mundo", que incorporou após interpretar a cantora lírica Lina Cavalieri no filme "La donna più bella del mondo", em 1955. Atuou ao lado de grandes atores, como Humphrey Bogart, Jennifer Jones, Vittorio Gassman, Anthony Quinn, Rock Hudson, e diretores como John Huston.
Recebeu o
Golden Globe em 1961.
Divorciou-se em
1971 e, em 2006 anunciou seu casamento com o espanhol, Javier Rigau y Rafols, com quem vive desde 1984. A diferença de idade entre eles é de 34 anos (Gina, aos 79 anos e Javier 45)

sábado, 3 de janeiro de 2009

TED LAPIDUS








Morre hoje 29 de dezembro de 2008 o estilista francês Ted Lapidus




O estilista francês Ted Lapidus, que alcançou a fama nos anos 1960 e 1970 com a moda unissex e o look safári, faleceu nesta segunda-feira aos 79 anos, no hospital de Cannes (sul da França), informou a família."A morte, por insuficiência respiratória, aconteceu às 14h30 (hora local). Ted Lapidus sofria há alguns anos de leucemia", declarou a irmã e também estilista Rose Torrente-Mett.O designer será enterrado na sexta-feira no cemitério Père Lachaise de Paris.TrajetóriaLapidus, cujo pai era russo e tinha imigrado para a França, foi durante décadas um dos maiores nomes da moda francesa, tendo ficado famoso tanto por sua linha de alta costura como por suas coleções prêt-à-porter.O estilista, que gostava de se definir como o "costureiro das ruas", é hoje lembrado como um dos grandes responsáveis pela democratização da moda.Nos anos 70, uma das maiores divulgadoras do trabalho de Lapidus foi a atriz Brigitte Bardot. Nessa década, o estilista decidiu diversificar sua área de atuação lançando perfumes em colaboração com a L'Oréal.Aos 53 anos, em 1982, o costureiro passou o comando de sua grife, fundada em 1951, ao filho Olivier, em uma tentativa para solucionar o problema criado pela existência de "dois Lapidus" no mundo da moda parisiense, segundo explicou o herdeiro de Ted.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

MAYSA GATA MANSA




MAYSA
Maysa Figueira Monjardim, nasceu no dia 6 de junho de 1936, filha de uma tradicional
família de classe média alta, desde sua adolescência já gostava de cantar e tocar violão em festas
familiares, chegando mesmo a compor algumas músicas; casou-se muito jovem com milionário
André Matarazzo e com quem teve seu único filho Jayme Monjardim, diretor de cinema e televisão.
Em 1956, Maysa gravou seu primeiro disco “Convite para Ouvir Maysa” compostas por
músicas de sua própria autoria como “Adeus” e “Meu mundo caiu”. Época dos sambas-canções de
“dor de cotovelo”, Maysa também aderiu a moda e produziu varias canções nesse estilo sendo
“Ouça” o mais famoso. Gravou a música francesa “Ne me quitte pas” de Jacques Brell. Maysa foi
convidada a apresentar programas de televisão em São Paulo e Rio de Janeiro, chegando a ter um
programa exclusivo como cantora. Aderiu também ao estilo Bossa Nova tornando-se uma de suas
principais divulgadoras em diversos países, tendo se apresentado na França, Argentina, Estados
Unidos e Portugal. Artista de grande sensibilidade soube dosar com magníficas interpretações
músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Newton Mendonça, Aloysio de Oliveira, Ronaldo
Bôscoli, Roberto Menescal, Luis Bonfá. No início da década de 70 passou a dedicar-se ao teatro e
televisão, participando da novela "O Cafona" da TV Globo em 1971, tendo inclusive composto o
tema musical do personagem central.
Maysa viveu e amou intensamente, seguindo talvez o que dizia Vinícius de Moraes: “...que
seja infinito enquanto dure...”. Maysa gravou 20 discos, participou de 4 filmes e 3 novelas.
Os pais de Maysa eram boêmios, Maysa pouco convivia
com eles. Estudou em colégios rígidos onde desafiava as regras
como não usar o uniforme. Já na adolescência começou a fazer uso
do cigarro e de bebidas. Logo após ocasamento Maysa teve um
depressão devido ao ócio e durante a gravidez chegou a pesar
90 quilos. O consumo de álcool e remédios para emagrecer
interferiram muito na carreira de Maysa. Ela mentia para a
imprensa e colegas, foram várias as tentativas de suicídio.
Maysa faleceu em janeiro de 1977, num trágico acidente deautomóvel na Ponte Rio-Niterói aos 41 anos de idade.