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quarta-feira, 13 de maio de 2009

ANIVERSARIO DE LUXO 80 ANOS


Se estivesse viva, Audrey Hepburn - a eterna bonequinha de luxo – completaria 80 anos este mês. Nascida em Bruxelas, na Bélgica, no dia 4 de maio de 1929, a atriz e modelo - falecida em 1993 - é considerada até hoje um dos maiores ícones de elegância e estilo.
A atriz, que encantou o mundo com sua beleza angelical, foi eleita por diversas vezes a personalidade mais bela de todos os tempos. Com 29 filmes no currículo, um Oscar pela primorosa atuação em "A Princesa e o Plebeu" (Roman Holiday, 1953) e uma postura singular, Hepburn transformou-se em um verdadeiro mito Hollywoodiano.

segunda-feira, 16 de março de 2009

CLODOVIL HERNANDES POLÊMICO INTELIGENTE INCOERENTE ............


Clodovil Hernandes

Biografia
Clodovil Hernandes nasceu no interior de
São Paulo,Elisiário em 17 de junho de 1937 e foi adotado por um casal de imigrantes espanhóis (Domingo Hernández e Isabel Sánchez), nunca tendo conhecido seus verdadeiros pais. Foi educado em colégio interno por padres católicos. Fala francês e castelhano, além do português. Nos anos 60 ganhou fama como estilista de alta costura, mantendo uma "rivalidade" com Dener.Clodovil formou-se professor, mas ainda jovem se tornou um estilista conhecido no país e logo passou a trabalhar também na televisão, na qual já acumula mais de 45 anos de carreira em quase todas as emissoras de TV do país. Ficou famoso em 1976, ao ganhar o prêmio máximo no programa "8 ou 800?", apresentado por Paulo Gracindo, ao responder perguntas sobre Dona Beja.No início dos anos 80, apresentou na Rede Globo o programa feminino TV Mulher, considerado revolucionário na época, ao lado da ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, então uma sexóloga.Em 1992, apresentou o programa Clodovil Abre o Jogo, da extinta Rede Manchete.Como premiado figurinista de teatro, Clodovil também já trabalhou como ator e possui registro como cantor.Em maio de 2001, Clodovil estreou no comando do programa Mulheres (TV Gazeta), ao lado de Christina Rocha. Polêmico como sempre, Clodovil fazia críticas à colega, ao vivo. Após alguns meses, a parceria foi desfeita, e Clodovil passou a comandar um talk-show nas noites da TV Gazeta, durante as quais preparava receitas para receber seus convidados.Em 2004, já na RedeTV!, passou por uma fase polêmica devido ao desentendimento com integrantes do programa Pânico na TV. Um dos quadros do programa propunha que personalidades consideradas arrogantes pela equipe calçassem as "sandálias da humildade", e em certo momento Clodovil tornou-se o alvo dos humoristas. O apresentador se esquivou de duas investidas dos repórteres do Pânico. Na terceira tentativa, foi perseguido por dois carros, um helicóptero e um trio elétrico. Seguido desde os estúdios da emissora, em Barueri, na Grande São Paulo, o veículo do apresentador foi fechado no meio da Marginal Pinheiros, e acabou por escapar. No dia seguinte à apresentação de todo o incidente no Pânico, Clodovil fez um desabafo ao vivo em seu próprio programa, A Casa é Sua, que apresentava desde 2003. Em seguida, abandonou os estúdios da RedeTV! com o programa em pleno ar. Dois dias depois, foi demitido da emissora. Em abril de 2007, Clodovil voltou à televisão com o programa "Por Excelência", na TV JB (o nome do programa faz referência à sua então condição de deputado federal). Foi demitido novamente por causa de alguns problemas de saúde.Em 2006 entrou para a política após candidatar-se e eleger-se deputado federal pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC), possuindo inclusive o terceiro maior número de votos em São Paulo, estado por onde se candidatou. Usou bastante ironia em sua campanha, como a frase: "Vocês acham que eu sou passivo? Pisa no meu calo para você ver..." Tornou-se então o primeiro homossexual assumido a ser eleito deputado federal. Apesar disso, declara-se contra a Parada do Orgulho GLBT, o casamento gay e o movimento homossexual brasileiro.
Em setembro de 2007 o deputado decidiu trocar de partido e filiou-se ao
Partido da República (PR), correndo desde então o risco de perder o mandato por infidelidade partidária, pois o TSE decidiu no dia 27 de março de 2007, que o mandato pertence ao partido e não ao eleito. No entanto, em 12 de março de 2009, foi absolvido por unamidade dos votos Clodovil deixou o partido alegando ter sido abandonado pela legenda desde a eleição, quando não recebeu material de campanha, e posteriormente, quando não recebeu assessoria jurídica do partido. Devido a isso, os ministros do TSE concordaram que houve perseguição interna, uma das condições que permitem que o parlamentar troque de legenda.

sábado, 14 de março de 2009

FARRAH FAWCETT UMA LEOA LUTANDO...


Mary Farrah Leni Fawcett nasceu em Corpus Christi no Texas, 2 de fevereiro de 1947 é uma atriz norte americana.Considerada um dos símbolos sexuais mais famosos nos anos 70 e 80.
Foi casada com
Lee Majors (da série "O Homem Biônico") e ficou famosa na TV americana ao integrar, na década de 70, o primeiro elenco da série "As Panteras", no papel da detetive loura.
O pôster que lançou pouco antes da estréia do seriado, no qual aparece em um maiô vermelho, vendeu 7 milhões de cópias nos primeiros meses.
Apesar de ser tratada como a estrela do seriado, abandonou-o ao final da temporada, o que lhe custou uma ação judicial movida pelos produtores por "quebra de contrato". Para se livrar de pagar a indenização milionária, Farrah aceitou um acordo no qual deveria aparecer em três episódios anuais por 3 temporadas da série.
Depois de se separar de Lee Majors, Farrah teve um romance com o ator
Ryan O'Neal que durou 17 anos e com quem teve um filho. Esse caso fez com que Ryan tivesse um sério atrito com sua filha atriz Tatoon O'Neal, que não aceitou essa relação.
Nos últimos tempos Farrah teve diversos problemas pessoais, sendo agredida por um namorado e tendo que participar do seu julgamento. As fotos da polícia em que ela aparece toda cheia de hematomas acabaram por ser publicadas por um tablóide, tornando-a um símbolo de luta das mulheres americanas contra a violência de seus parceiros.
Ela também retirou um tumor e desde então vem lutando contra um
câncer no intestino, com ajuda da quimioterapia.

O programa de televisão Entertainment Tonight, da CBS, começou a emitir uma série de vídeos que mostram a luta contra o cancro da actriz Farrah Fawcett, que está a fazer um tratamento especial na Alemanha.

PATRICK SWAYZE UMA LUTA


Patrick Swayze nasceu em Houston, 18 de agosto de 1954 é um ator estadunidense.
Começou sua carreira como
bailarino clássico, interrompendo por problemas recorrentes de lesões originadas na juventude do futebol americano. Decidiu então priorizar sua carreira como ator.
Swayze ,filho de Patricia "Patsy" Yvonne Helen, coreógrafa, instrutora de dança, e dançarina - e Jesse Wayne Swayze. Embora o apelido "Swayze" seja de origem francesa, é sobretudo de ascendência irlandesa. O seu irmão, Don Swayze, também é ator.
Até os 20 anos, Swayze vivia no bairro de Oak Forest, Houston, onde ele estudou na Santa Rosa de Lima, Escola Católica. Durante este tempo, ele também prosseguido múltiplas habilidades artísticas e esportivas, como patinação gelo, ballet clássico, e atuando. Estudou ginástica na vizinha San Jacinto College, por dois anos.
Em 1972, mudou-se para Nova York para completar sua formação formal de dança no Ballet Harkness e Joffrey Ballet. É casado com a atriz Lisa Niemi.


Estrelou filmes de sucesso como Ghost - do outro lado da vida, Dirty Dancing e Donnie Darko.
Está, atualmente, trabalhando como Charles Barker, um agente do FBI, na série
The Beast.
Patrick Swayze sofre de
câncer no pâncreas, e está em tratamento, em estado muito delicado.

sábado, 7 de março de 2009

DARLENE GLÓRIA...QUEDA PARA O ALTO


Com um extenso currículo de ex-candidata a miss, ex-cantora de rádio, ex-atriz de circo, ex-namorada do policial da repressão Mariel Mariscot, ex-drogada, ex-interna no Hospital Psiquiátrico Pinel e ex-filha-de-santo, a atriz capixaba Darlene Glória, nascida Helena Maria Glória Vianna, 56 anos, hoje não se restringe a militar somente na Assembléia de Deus, religião que, segundo ela, abraçou para encontrar a paz. É verdade que o passado que sepultou sua vivacidade e seu indiscutível talento também foi enterrado com a virada radical que deu há 25 anos. Mas, depois de espalhar pelos quatro cantos a palavra de Deus e ficar restrita aos trabalhos evangélicos e do lar, ela percebeu que esse mesmo Deus a liberou para voltar à carreira de atriz. Uma carreira, diga-se, que, se não fosse atropelada pelas loucuras que cometeu e pelas montanhas de drogas que consumiu, ainda seria repleta de brilho. Quem não viveu os anos 70 e assim, na mesma década, não pôde acompanhá-la como a grande musa do cinema nacional de então não tem idéia do talento de Darlene Glória. Seu vigor nas telas era insuperável. Tão insuperável que foi difícil para Marília Pêra no momento reconstituir nos palcos o clássico de Nelson Rodrigues Toda nudez será castigada, texto adaptado para o cinema com Darlene no papel da prostituta Geni.
Revigorada depois de uma vida religiosa, a atriz inicia uma nova fase em sua vida. Faz parte desse processo o lançamento de Uma nova Glória , biografia que passa sua trajetória a limpo e que será transformada em filme sob a batuta do velho companheiro de guerra Roberto Faria, produtor do premiado Toda nudez será castigada, primeiro sucesso de Arnaldo Jabor como cineasta. Nascida em São José do Calçado, Espírito Santo, Darlene cresceu em uma família pacata e religiosa, protegidíssima como segunda filha de seis irmãos. Sua avó era a parteira da cidade e o pai, agente dos Correios. A mãe, dona de casa, foi quem mais brigou por sua conversão. "Aprendi o Evangelho até os 12 anos, quando nos mudamos para Cachoeiro de Itapemirim", lembra a atriz, que se fixou no Rio de Janeiro no auge da carreira. Darlene Glória voltou dos Estados Unidos há um ano, onde passou cinco. Atualmente mora em um espaçoso apartamento em Copacabana, zona sul carioca, com seus quatro filhos, entre eles Rodrigo, 28 anos, nascido da sua única noite de amor com Mariel Mariscot. Confessa que continua amando Marcus Vinícius de Almeida Brandão, pai de dois de seus filhos e de quem está separada há quase uma década. "Para quem tinha uma pomba-gira, verdadeiro furor uterino, ficar nove anos e meio sem fazer sexo é uma grande prova de que Deus existe." Agora, seu maior sonho é voltar a fazer novelas. Mesmo assim, recusou o convite de Walter Avancini para viver uma bruxa em Brida. "Posso fazer uma prostituta, mas bruxa não, porque lida com as trevas", disse ela na entrevista calorosa e ousada que concede .Experimentei LSD, maconha, cocaína e bolinhas. Só não tomei picada. Não descartava remédio para acordar e também para dormir. Era todo dia, a qualquer hora. Às vezes, dava um espaço de dois dias para me recuperar. Foi um milagre não ter morrido de overdose.
Nunca fui a Vera Fisher da minha época, É preciso muito tato e isso saiu numa revista evangélica. Tenho muito carinho por Vera, admiro e oro por ela. Se tivesse que ajudá-la, não seria pela imprensa. Mas a verdade é que eu fui muito mais fundo que ela. Tenho compaixão e sei que Vera vai sair dessa, porque o Brasil inteiro reza por essa mulher maravilhosa. Sei da angústia que ela vive. Muita gente olha de fora e pensa que ela tem uma vidona, que tem tudo, mas nem imagina o que é seu inferno interior.
O fundo do poço, foram os dias que antecederam minha conversão. Cheguei de volta do Festival de Berlim, em 1973, no auge da fama. Eu me sentia vitoriosa, reconhecida como atriz e não só como a mulher que se despia na tela. Voltei com todos os troféus, mas queria morrer. Era capa de revistas e eu com uma taquicardia que me consumia. Amargava dias difíceis, andando encurvada como se carregasse um peso de 500 quilos nas costas. A droga era parte da minha rotina.
Fui estuprada duas vezes, candidata a Miss Cachoeiro de Itapemirim e meu sonho era chegar a Miss Espírito Santo. Tenho certeza de que foi tudo armado por minha hostess, que me dopou. Quando me dei conta, apaguei. Só sei que o homem que praticou a violência era rico. Acordei com um forte barulho de pancadas na porta, sem roupa e com o lençol manchado de sangue. O estuprador tinha mandado seu empregado completar o serviço. Foram dois estupros seguidos, nem tinha acordado direito e veio o outro, um jumento que quase me matou. O estuprador rico disse que se eu falasse alguma coisa era uma mulher morta. Logo eu, que sonhava com o príncipe encantado.
Fui garota de pragrama em uma fase da minha . Mas me revoltava. Por que minha profissão não me dava o dinheiro suficiente para viver? Artista e prostituta naquela época eram a mesma coisa. Não havia reconhecimento. Isso foi muito antes de eu me tornar famosa.
Tive uma unica noite Mariel Mariscot, policial ligado ao Esquadrão da Morte. É o pai, inclusive, de um de meus filhos, Rodrigo, 28 anos, na única noite em que dormimos lado a lado, fiquei grávida de Rodrigo. Foi uma época de desencontros, porque ele achava que eu era louca, drogada. Eu o amei demais. Ele era machão e eu não era submissa, mas uma rebelde. Então, não funcionava. Mas ficou o Rodrigo, que não é um filho, mas o melhor amigo que tenho na Terra . Esse rapaz lindo é músico, compositor e vai lançar um disco solo. Contei a ele a história de amor que vivi com seu pai. Muita gente queria matar Mariel, porque ele também matou muita gente. Queria aparecer de bom moço, como pai do filho de Darlene Glória, e eu queria esconder o menino, assustada. Eu e Rodrigo tivemos que fugir várias vezes de pessoas que queriam nos matar. Houve até tentativa de rapto. Foram 18 anos de perseguição.
Meu ultimo marido era o pastor Marcus Vinícius de Almeida Brandão, não era figura tão polêmica, mas me deixou para viver com uma mulher de 20 anos. Ele se casou com uma mocinha, mas não estão mais juntos. Os homens gostam de fazer isso. Várias amigas minhas, como Betty Faria, Suzana Vieira e Lígia Azevedo, só querem garotos. E os homens só querem meninas. Eu não quero um garoto, já passei dessa fase. Eu ainda amo meu marido, mesmo que me proíba de usar seu nome ou fale mal de mim.
Nunca mais. Sou uma "fonte selada", expressão bíblica. Não espero ninguém mais, porque sei que meu príncipe voltará. Para quem tinha uma pomba-gira, verdadeiro furor uterino, ficar nove anos e meio sem fazer sexo é uma grande prova de que Deus existe.
ISTOÉ – Você conviveu com os cineastas brasileiros que dominaram a cena nos anos 60 e 70 como Arnaldo Jabor, diretor de Toda nudez será castigada. O que você sente quando hoje vê Jabor fazendo comentários na televisão?Darlene – Me dá tristeza. Gemo por dentro. Está traindo a si mesmo, porque ele é muito mais que aquilo. É um iate se fazendo de barquinho.
A constatação de que eu era reconhecida foi um desafio alcançado. Mas a glória me trouxe a sensação de derrota, de fracasso. Acabaram-se os desafios, não tinha mais por que lutar.Não tinha mais como subir profissionalmente. Fui até convidada para filmar na Universal Pictures, em Hollywood, mas passei o tempo todo nos Estados Unidos tomando porres com Tom Jobim e sua mulher na época. Fui para ficar um mês com um diretor alemão, por quem tinha me apaixonado. Mas quando voltei, me tranquei em casa para morrer. Nesse tempo, estava envolvida com um português rico, 30 anos mais velho, que era o diabo em pessoa. Não conseguia me livrar dele. Tomava todas as drogas e quando voltava estava naquela realidade terrível. Vários artistas iam para a clínica Dr. Eiras, em Botafogo, para se desintoxicar. Vinícius de Moraes foi um deles. Uma noite, desesperada, peguei um táxi e fui para lá dizendo que ia morrer, mas não quiseram me internar. Em outra crise de angústia resolvi ir para o Pinel. Botei um salto com plataforma de 16 cm, uma saia azul cheia de pontas e um batom vermelho. Entrei gritando help, help! (socorro, socorro!). Eu me senti a Marilyn Monroe. Quando vi a injeção de sossega leão, quis fugir. Mas aí era tarde.
Fui para São Paulo fazer o papel principal de O marginal, com direção de Carlos Manga. Passei a noite inteira bebendo e, quando estava dormindo, esse senhor português apareceu no hotel com enfermeiros de uma clínica particular e me tiraram do ar com a sossega leão. Saí do corpo. Tive uma regressão até os dez anos, vi a claridade do trono de Deus. E, ao mesmo tempo, era uma mulher de 30. Aos dez anos me entreguei a Deus e tinha me esquecido disso. Tenho certeza de que foi esse voto que me manteve viva. Quando acordei, o médico me disse: "Você morreu!" E entendeu depois que tinha sido um plano contra mim. Podia ter morrido.
A ligação com o candomblé se iniciou domesticamente. Tinha um tio na família, Liliu, que foi pai-de-santo durante 50 anos, mas se converteu agora à Assembléia de Deus. Certa noite, meu tio me acordou com gritos horrorosos, como se um porco estivesse sendo estripado e morto. Vi horrorizada que ele se contorcia e espumava no chão. Sabia que se tratava de uma manifestação demoníaca. De outra vez, viajei com três pais-de-santo que diziam que me salvariam do mal. Chegamos em um lugar deserto e ermo, onde havia uma casa cinza e sem janelas. Aí, eles disseram: "Vai descer o pessoal do cemitério!" Quis escapar, mas eles tinham as chaves. Começou então uma orgia infernal. Os três se transfiguraram horrivelmente, contorcendo-se enquanto desciam até o chão como répteis, entortando mãos e pés para trás, babando e revirando os olhos. Espumavam e não falavam nada, só grunhiam feito porcos, como fazia meu tio. Onde fui cair, meu Deus!
Fiz várias cirurgias plásticas. Vou dando toques. Mulher tem que fazer isso. Se eu não gostar de mim, não posso gostar de ninguém. Agora mesmo acabei de fazer uma plástica para consertar uma burrada, que me deixou com a boca grande demais.
Escrevi nos Estados Unidos minha biografia e, às vezes, interrompia para chorar,e nesse periodo fui diarista em casas de familia.

MARTA ROCHA




No finalzinho do inverno brasileiro, mais precisamente dia 19/09 de 1936, nasce a sétima Maria da família Rocha. A lenda de que o sétimo filho do mesmo sexo estaria destinado a seguir uma trajetória muito diferente da dos outros irmãos, deixou de ser crença para dar início a brilhante vida de Maria Martha Rocha, a sétima filha.Seu pai o engenheiro Álvaro Rocha e sua mãe Hansa Rocha, criaram uma grande família de 11 filhos com uma mistura de descendências portuguesas, francesas, dinamarquesas, húngaras. No meio de tanta beleza se destaca Martha Rocha. Uma brasileira de cabelos dourados e olhos azuis que desde pequena encantava e era admirada por todos.A infância de Martha, não foi tão glamurosa quanto sua época de miss. Do tempo em que morava na Barra e passava suas férias em Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Martha gosta de lembrar das vezes em que ficava sonhando com os ídolos do rádio, como Gregório Barrios, dos divertidos passeios com os amigos ( ás vezes as escondidas ) e sua irmã Laura.Sua vida dentro de casa era um tanto fria e distante. Vale lembrar que naquela época a educação era rígida e a vida em família era 100% patriarcal.Apesar de uma educação cheia de limites, Martha tinha noção do seu poder de sedução nato e gostava disso. Era cortejada por todos os garotos da região. Em uma das famosas festas no clube Cabana da Barra (SSA-BA), conhece a sua primeira paixão: Heitor. Um homem simpático e não muito bonito, mas que conseguiu ter o coração de Martha. Aos 18 anos em uma incrível coincidência, conhece Guilherme Simões, sobrinho do fundador do Jornal A Tarde. Guilherme a convence participar do concurso de Miss Bahia. Martha acha tudo aquilo muito engraçado e apesar de insegura decide participar do concurso. Seu pai deixa claro que não aprova a decisão da filha. Mesmo assim, Martha vai ao desfile e com sua beleza e carisma ganha o concurso de Miss Bahia. Desde então a vida da baiana forte e decidida nas suas posições começa a subir os degraus da fama.De Miss Bahia para Miss Brasil foi um piscar de olhos. Martha viajou para o Rio de Janeiro com sua mãe. No Rio, Martha Rocha podia tudo.Era a cidade dos seus sonhos, achava que lá iria começar a ser livre, e realmente começou.Martha Rocha foi consagrada Miss Brasil por unanimidade. Uma brasileira loira de olhos azuis representava o nosso país. Uma contradição? Talvez, mas até hoje Martha Rocha é o perfil do que há de beleza feminina.Em julho de 1954, ela chega aos EUA. Com 18 anos, no fervilhar da juventude Martha Rocha concorre ao título de Miss Universo. Desta vez, contava com um enxoval oferecido pelas melhores boutiques paulistas. Todos queriam vestir a nossa miss. Sua mãe sempre estava presente nas viagens. Apesar de não estar nos eventos sociais com a filha, D. Hansa era o refúgio e a pessoa que a apoiava em qualquer decisão.O povo americano, idolatrava Martha Rocha e as pesquisas de opinião pública, já a consagravam Miss Universo. Jornalistas de importantes jornais da época como Folha de São Paulo e O Cruzeiro acompanhavam Martha, não só por interesses profissionais. A brasileira acariciava os olhos e maltratava os corações dos homens.Ficar com o segundo lugar no concurso de Miss Universo nas condições que ela estava, não foi nada humilhante.O povo americano festejou a vitória de Martha Rocha com tanta euforia que nem ela mesma acreditava no que via.Fatores sociais, políticos e até as medidas dos corpos das candidatas, foram levantadas como possíveis boicotes do concurso. Mas de que importava? A nossa Miss Brasil, não precisava ser Miss Universo, para estar no coração dos brasileiros e comprovar a sua beleza.Martha Rocha era linda naturalmente e já tinha se tornado um mito.Conheceu estúdios Hollywoodianos, atores, atrizes e chegou a ganhar 30 mil dólares para fazer uma propaganda da Gesse Lever, uma empresa de cosméticos americana.A sua volta para o Brasil foi comemorada de todas as formas. Na Bahia foi recebida pelo governador da época, Régis Pacheco. Seguiu até o Palácio da Aclamação em um carro aberto e uma procissão a acompanhava. Milhares de pessoas queriam receber e dar carinho para a Miss Brasil.Era a pessoa mais requisitada em todos os eventos da cidade. Jantares, inaugurações, festas, em qualquer lugar Martha Rocha marcava presença. Até a penitenciária Frei Caneca, Martha visitou.A Miss ganhou a atenção do povo para Juscelino Kubitschek em uma varanda de hotel. Ela era a pessoa mais importante no cenário brasileiro na década de 50.Na mesma época conheceu Getúlio Vargas ( presidente ), freqüentava a casa de Kubitschek – era amiga de Sara Kubitschek.Mas foi em 1955 que um banqueiro português Álvaro Piano conquistou o coração de Martha e se tornou o primeiro marido da Miss. Um homem discreto que apoiava a profissão da esposa, mas não gostava de estar exposto à imprensa. Por isso o casamento foi bem discreto, em Buenos Aires, longe do assédio dos fãs.Antes de casar, gravou dois discos com Emilinha Borba e só não seguiu carreira de cantora porque o seu destino era outro. Álvaro era seu maior fã em qualquer circunstância.Martha Rocha sempre estava à frente do seu tempo. Casou cedo, foi morar longe da família e passou a ser dona de casa, na Argentina. Era vizinha da família Perón, portanto, sempre estava rodeada de pessoas importantes.Com Álvaro teve dois filhos: Álvaro Luis e Carlos Alberto. O seu casamento era um verdadeiro sonho. Álvaro era o parceiro ideal e supria até a saudade do Brasil e da família.Toda história tem um episódio de tristeza e nessa não podia ser diferente. O mesmo destino que traçou a brilhante trajetória da Miss Martha, tirou o banqueiro português da sua vida.Em uma viajem de avião de volta pra casa, Álvaro Piano morre.Martha Rocha com 23 anos e viúva, fica inconsolável e apesar de receber grande apoio da família do marido, decide voltar para o Brasil.A Miss volta para sua terra natal e como não se pode fugir do destino, volta também a estar presente no meio social. Um refúgio talvez, para suprir a imensa dor do seu coração.Em 1961, conhece Ronaldo Xavier de Lima que mais tarde viria a se tornar o seu segundo marido. Ronaldo era um homem bonito, charmoso e ao contrário de Álvaro gostava de festas e eventos.O segundo casamento de Martha Rocha foi o frissom do ano. A igreja da Candelária no Rio não podia acomodar tanta gente. Fotógrafos, jornalistas, amigos, curiosos, todos queriam ver a linda Miss Brasil, vestida de noiva.Foi necessário ajuda da polícia para conter os ânimos. Martha casou feliz e sonhava com um relacionamento duradouro. A lua-de-mel em Paris foi um verdadeiro luxo.Martha participou de campeonatos internacionais de cavalos ao lado da Rainha da Inglaterra, conheceu o príncipe Charles, entre outras celebridades.Apesar de tanto glamour, mais uma vez, terei que contar um episódio triste. Ronaldo se revela uma outra pessoa. Depois de 13 anos tentando manter seu casamento, decidiu – se separar –se.Claudia foi o grande fruto dessa relação.Naquela época a separação entre casais ainda não era uma coisa natural. Os três filhos ( Álvaro, Carlos e Claudia ) foram morar com Ronaldo Xavier.Martha Rocha sofre sua segunda decepção amorosa. Mas como o nome dela já diz, nossa Miss é forte como pedra.Depois disso, Martha que sempre contou com o apoio de Bebeth, Lígia e Roberto ( amigos do Rio), continua a sua vida.Hoje os filhos, Carlos Alberto (42), Álvaro Luis (43) e Claudia (35) lhe dão alegrias e netos.Portanto, nem tudo foi glamour na vida da nossa miss. Martha Rocha enfrentou desentendimentos familiares e apertos econômicos, que mudaram seu tipo de vida e seus valores. Nem um câncer no seio esquerdo da nossa Miss Brasil, tirou a força dessa mulher. E durante o tratamento da sua doença Martha Rocha desenvolve outro dom além passarelas, desfiles e fotografias. A pintura foi uma verdadeira terapia. Atualmente além de seus eternos compromissos com a moda, Martha pinta e vende seus quadros, que além de distraí-la, é a sua fonte de renda.A eterna Miss Brasil, nunca será esquecida pelos seus admiradores.Martha Rocha é um mito real que faz parte da história do povo brasileiro.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

CORA CORALINA


Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889, na casa que pertencia à sua família há cerca de um século, e que se tornaria o museu que hoje reconta sua história. Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e Jacita Luiza do Couto Brandão, Cora, ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto (seu nome de batismo), cursou apenas as primeiras letras com mestra Silvina e já aos 14 anos escreveu seus primeiros contos e poemas. "Tragédia na Roça" foi seu primeiro conto publicado.
Em 1934 casou-se com o advogado Cantídio Tolentino Bretas e foi morar em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde nasceram e foram criados seus seis filhos. Só voltou a viver em Goiás em 1956, mais de vinte anos depois de ficar viúva e já produzindo sua obra definitiva. O reencontro de Cora com a cidade e as histórias de sua formação alavancou seu espírito criativo.

Cora Coralina faleceu em Goiânia, a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora.


Não sei... se a vida é curta... Não sei... Não sei... se a vida é curta ou longa demais para nós. Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo: é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira e pura... enquanto durar.
CORA CORALINA

ELEANOR ROOSEVELT




Anna Eleanor Roosevelt nasceu em 11 de Outubro de 1884 e faleceu em 7 de Novembro de 1962). Esposa de Franklin Delano Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos. Diplomata e ativista dos direitos humanos.

Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer.Eleanor Roosevelt

Ninguém pode fazer com que te sintas inferior sem o teu consentimento.Eleanor Roosevelt

O meu maior medo foi sempre o de ter medo - física, mental ou moralmente - e deixar-me influenciar por ele e não por sinceras convicções.Eleanor Roosevelt

Ninguém ganhou a última guerra nem ninguém ganhará a próxima.Eleanor Roosevelt

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos."Eleanor Roosevelt

Ninguem pode magoar voce sem o seu consentimento.Eleanor Roosevelt

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos.Eleanor Roosevelt

Se alguém trai você uma vez, a culpa é dele. Se trai duas vezes, a culpa é sua.Eleanor Roosevelt

"A filosofia de uma pessoa não é melhor expressa em palavras; ela é expressa pelas escolhas que a pessoa faz. A longo prazo, moldamos nossas vidas e moldamos a nós mesmos. O processo nunca termina até que morramos. E, as escolhas que fizemos são, no final das contas, nossa própria responsabilidade."Eleanor Roosevelt

"As pessoas crescem através da experiência se elas enfrentam a vida honesta e corajosamente. É assim que o caráter é construído."Eleanor Roosevelt

Todos os dias faça alguma coisa de que você tem medo.Eleanor Roosevelt

CLARA NUNES A GUERREIRA


Clara Nunes nasceu em Paraopeba, MG, em 12 de agosto de 1943. O pai, Mané Serrador, era violeiro e cantador de folias-de-reis. Órfã desde pequena, aos 16 anos foi para Belo Horizonte, onde conseguiu empregar-se como operária numa fábrica de tecidos.
Por essa época cantava no coral de uma igreja, ao mesmo tempo em que, ajudada pelos irmãos, concluía o curso normal. Em 1960 foi a vencedora da final do concurso A Voz de Ouro ABC, em sua fase mineira, com Serenata do Adeus (Vinícius de Moraes), e obteve o terceiro lugar, na finalíssima realizada em São Paulo, com Só Adeus (Jair Amorim e Evaldo Gouveia). Contratada pela Rádio Inconfidência, de Belo Horizonte, durante um ano e meio teve um programa exclusivo na TV Itacolomi. Nessa mesma época, cantava em boates e clubes, tendo sido escolhida, por três vezes, a melhor cantora do ano.
Em 1965 foi para o Rio de Janeiro e passou a apresentar-se na TV Continental, no programa de José Messias. Ainda nesse ano, após teste, foi contratada pela Odeon, que, em 1966, lançou seu primeiro LP, A voz adorável de Clara Nunes, em que interpreta boleros e sambas-canções. Em 1968, gravou Você passa e eu acho graça (Ataulfo Alves e Carlos Imperial), que foi seu primeiro sucesso e marcou sua definição pelo samba.
Em 1972, além de ter realizado seu primeiro show, Sabiá, sabiô (com texto de Hermínio Bello de Carvalho), no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, lançou o LP Clara, Clarice, Clara, com musicas de compositores de escolas de samba e outras de Caetano Veloso e Dorival Caymmi. Ainda nesse ano, gravou o samba Tristeza pé no chão (Armando Fernandes), apresentado no Festival de Juiz de Fora, que vendeu mais de 100 mil copias. Em fevereiro 1973, estreou no Teatro Castro Alves, em Salvador, com o show O poeta, a moça e o violão, ao lado de Vinícius de Moraes e Toquinho. Em 1973 gravou na Europa o LP Brasília e, no Brasil, o LP Alvorecer, que chegou ao primeiro lugar de todas as paradas brasileiras com Conto de areia (Romildo e Toninho). Em 1974, ao lado de Paulo Gracindo, atuou no Canecão, no Rio de Janeiro, na segunda montagem do espetáculo Brasileiro, profissão esperança, de Paulo Pontes (do qual foi lançado um LP), que contava as vidas de Dolores Duran e de Antônio Maria. Em 1975, ano do seu casamento com o compositor Paulo César Pinheiro lançou Claridade, seu disco de maior sucesso. Outro grande sucesso veio em 1976, com o disco Canto das três raças. Em 1977 lançou As forças da natureza, disco mais dedicado ao samba e ao partido-alto. Em 1978 lançou o disco Guerreira, interpretando outros ritmos brasileiros. Em 1979 lançou o disco Esperança. No ano seguinte veio Brasil mestiço, que incluiu o sucesso Morena de Angola, composto por Chico Buarque para ela. Em 1981 lançou Clara, com destaque para Portela na avenida. No auge como intérprete, lançou em 1982 Nação, que seria seu último disco.
Morreu em 02 de Abril 1983, depois de 28 dias de agonia, hospitalizada após um choque anafilático ocorrido durante uma cirurgia de varizes. Em dezembro de 1997, a gravadora EMI reeditou a obra completa da artista, em 16 CDs remasterizados no estúdio de Abbey Road, em Londres, e embalados em capas que reproduzem as originais.

JEAN HARLOW FOTO FILME INACABADO





Jean Harlow, nome artístico de Harlean Carpentier (Kansas City, 3 de março de 1911Los Angeles, 7 de junho de 1937), foi uma atriz norte-americana de cinema, que antecedeu Marilyn Monroe como a primeira atriz loira a explorar seu sex-appeal.
Jean começou em
Hollywood como figurante por necessidade, para pagar as despesas de casa, pois seu padrasto italiano não era lá muito adepto do trabalho. Howard Hughes, que estava refilmando Anjos do Inferno em versão falada, encantou-se por ela. Terminado o filme, Jean fez uma turnê pelo país em divulgação do mesmo. Infelizmente, Hughes não tinha outros projetos para ela e acabou por emprestá-la a outros estúdios.
Em 1932, casou-se com um assistente de
Irving Thalberg na MGM, Paul Bern. Era uma escolha estranha para uma mulher de 21 anos, que poderia ter um dos belos atores com quem trabalhava. Ele tinha 42 anos, era pequeno, de poucos cabelos e tinha um bigode fino. Era gentil, inteligente e muito querido – chamavam-no carinhosamente de "pequeno padre confessor", devido a sua paciência em ouvir os problemas de todos. A relação dos dois era muito conturbada. Ironicamente, a deusa sensual das telas escolheu para marido um homem impotente, sexualmente falando. Ele passou a agredi-la, devido a sua frustração. A situação logo se tornou insuportável. O casal viva de aparências. Então, certo dia, enquanto Jean estava no estúdio, Bern se matou com uma pistola de calibre 38, encharcado do perfume favorito da esposa, Mitsuko.
Estrelou em mais de trinta filmes em uma carreira que durou apenas dez anos, até 1937. Jean ficou doente, talvez em decorrência de complicações nos rins, uma seqüela, ainda, das agressões de Bern. Na época, viva com sua mãe e esta recusou-se a chamar um médico, devido a sua crença religiosa. Quando um amigo veio socorrê-la, foi tarde demais. A loura platinada morreu prematuramente aos 26 anos, por insuficiência renal.

GINA LOLLOBRIGIDA


Gina Lollobrigida

Era filha de um fabricante de móveis. Transferiu-se para
Roma, a fim de estudar no Instituto de Belas Artes. Ali, para manter-se, posa como modelo fotográfica e participa do concurso de Miss Itália, classificando-se em terceiro lugar.
Inicia nesta época sua carreira cinematográfica, fazendo pequenas figurações em filmes populares do
pós-guerra, chamados em italiano de film operetta.
Em
1949 casa-se com o médico eslavo Milko Skofic, que tornou-se seu empresário e com quem teve, em 1957, o filho Milko Jr.
No início da
década de 50 realizou seus primeiros papéis de sucesso, como "Campane a martello", de Luigi Zampa, em 1949 e "Achtung Banditi" (1951), de Carlo Lizzani, atuando ao lado do jovem Marcello Mastroianni e, sobretudo, "Fanfan la Tulipe", de 1952 - consagrando-a também em França, além da Itália. Neste mesmo ano encontra grande popularidade com "Altri tempi.
Realizou extensa filmografia, quer na Itália, em França e nos
Estados Unidos.
Padrão de beleza dos
anos 50, La Lollo - como era conhecida - interpretava papéis sensuais, que lhe renderam a alcunha de "A mulher mais bela do mundo", que incorporou após interpretar a cantora lírica Lina Cavalieri no filme "La donna più bella del mondo", em 1955. Atuou ao lado de grandes atores, como Humphrey Bogart, Jennifer Jones, Vittorio Gassman, Anthony Quinn, Rock Hudson, e diretores como John Huston.
Recebeu o
Golden Globe em 1961.
Divorciou-se em
1971 e, em 2006 anunciou seu casamento com o espanhol, Javier Rigau y Rafols, com quem vive desde 1984. A diferença de idade entre eles é de 34 anos (Gina, aos 79 anos e Javier 45)

sábado, 3 de janeiro de 2009

TED LAPIDUS








Morre hoje 29 de dezembro de 2008 o estilista francês Ted Lapidus




O estilista francês Ted Lapidus, que alcançou a fama nos anos 1960 e 1970 com a moda unissex e o look safári, faleceu nesta segunda-feira aos 79 anos, no hospital de Cannes (sul da França), informou a família."A morte, por insuficiência respiratória, aconteceu às 14h30 (hora local). Ted Lapidus sofria há alguns anos de leucemia", declarou a irmã e também estilista Rose Torrente-Mett.O designer será enterrado na sexta-feira no cemitério Père Lachaise de Paris.TrajetóriaLapidus, cujo pai era russo e tinha imigrado para a França, foi durante décadas um dos maiores nomes da moda francesa, tendo ficado famoso tanto por sua linha de alta costura como por suas coleções prêt-à-porter.O estilista, que gostava de se definir como o "costureiro das ruas", é hoje lembrado como um dos grandes responsáveis pela democratização da moda.Nos anos 70, uma das maiores divulgadoras do trabalho de Lapidus foi a atriz Brigitte Bardot. Nessa década, o estilista decidiu diversificar sua área de atuação lançando perfumes em colaboração com a L'Oréal.Aos 53 anos, em 1982, o costureiro passou o comando de sua grife, fundada em 1951, ao filho Olivier, em uma tentativa para solucionar o problema criado pela existência de "dois Lapidus" no mundo da moda parisiense, segundo explicou o herdeiro de Ted.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

MAYSA GATA MANSA




MAYSA
Maysa Figueira Monjardim, nasceu no dia 6 de junho de 1936, filha de uma tradicional
família de classe média alta, desde sua adolescência já gostava de cantar e tocar violão em festas
familiares, chegando mesmo a compor algumas músicas; casou-se muito jovem com milionário
André Matarazzo e com quem teve seu único filho Jayme Monjardim, diretor de cinema e televisão.
Em 1956, Maysa gravou seu primeiro disco “Convite para Ouvir Maysa” compostas por
músicas de sua própria autoria como “Adeus” e “Meu mundo caiu”. Época dos sambas-canções de
“dor de cotovelo”, Maysa também aderiu a moda e produziu varias canções nesse estilo sendo
“Ouça” o mais famoso. Gravou a música francesa “Ne me quitte pas” de Jacques Brell. Maysa foi
convidada a apresentar programas de televisão em São Paulo e Rio de Janeiro, chegando a ter um
programa exclusivo como cantora. Aderiu também ao estilo Bossa Nova tornando-se uma de suas
principais divulgadoras em diversos países, tendo se apresentado na França, Argentina, Estados
Unidos e Portugal. Artista de grande sensibilidade soube dosar com magníficas interpretações
músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Newton Mendonça, Aloysio de Oliveira, Ronaldo
Bôscoli, Roberto Menescal, Luis Bonfá. No início da década de 70 passou a dedicar-se ao teatro e
televisão, participando da novela "O Cafona" da TV Globo em 1971, tendo inclusive composto o
tema musical do personagem central.
Maysa viveu e amou intensamente, seguindo talvez o que dizia Vinícius de Moraes: “...que
seja infinito enquanto dure...”. Maysa gravou 20 discos, participou de 4 filmes e 3 novelas.
Os pais de Maysa eram boêmios, Maysa pouco convivia
com eles. Estudou em colégios rígidos onde desafiava as regras
como não usar o uniforme. Já na adolescência começou a fazer uso
do cigarro e de bebidas. Logo após ocasamento Maysa teve um
depressão devido ao ócio e durante a gravidez chegou a pesar
90 quilos. O consumo de álcool e remédios para emagrecer
interferiram muito na carreira de Maysa. Ela mentia para a
imprensa e colegas, foram várias as tentativas de suicídio.
Maysa faleceu em janeiro de 1977, num trágico acidente deautomóvel na Ponte Rio-Niterói aos 41 anos de idade.

sábado, 20 de dezembro de 2008

PAPAI NOEL


História do Papai Noel


Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao
Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.
Papai Noel no trenó e suas renas
Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.


A TODOS UM FELIZ NATAL UM PRÓSPERO ANO NOVO E NOVIDADES SOMENTE APOS DIA 5 DE JANEIRO OBRIGADO

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

JACQUES FATH




Francês, nascido em Maison-Lafitte, Jacques Fath, foi guarda-livros e corretor da Bolsa de Valores, depois de prestar o serviço militar durante um ano e meio começou a trabalhar com dedicando-se ao estudo do desenho de roupas.Fath abriu seu primeiro salão em 1937, e conseguiu rápido reconhecimento. Em 1939, criou roupas em um estilo que, seria consagrado por Christian Dior como o New Look, com a silhueta feminina delineada com sensualidade, em modelos de cintura fina, grandes decotes e muita elegância. A fama internacional, porém, só chegaria após a 2ª Guerra Mundial. No final dos anos 40, Fath foi para os Estados Unidos, onde se tornou muito conhecido, principalmente depois da criação de uma linha de prêt-à-porter. Muitos de seus modelos foram ilustrados, para revistas da época, por René Gruau, artista italiano de muito sucesso durante mais de cinqüenta anos. Também lançou as meias finas femininas com a parte superior em renda chantilly.

Faleceu 14.11.de 1954

PIERRE BALMAIN




Das aulas de arquitetura para os ateliês de alta costura, na Paris dos anos 30 e 40 do século passado: assim foi o caminho do francês Pierre Balmain para o mundo da moda. Depois de trabalhar para nomes importantes da época, como Edward Molineux e Lucien Lelong, e ter conhecido outra celebridade do momento, o estilista Christian Dior.Em 1945 Balmain abre sua própria casa de moda. Além de se antecipar a Dior no lançamento de roupas com cintura bem marcada e saias mais compridas e rodadas, Balmain foi um pioneiro também na criação de uma linha prêt-à-porter, que passou a vender nos Estados Unidos, a partir da década de 50.Uma de suas marcas registradas dessa época foi a estola, feita dos mais diversos materiais, que se popularizou até bem longe dos requintados salões de alta costura. Estilista fino e elegante, Balmain vestia as mulheres com roupas que valorizavam seu corpo, e que dosavam na medida exata o clássico e uma comedida extravagância. Depois de sua morte, em 1982, sua Maison foi comandada por estilistas como Erik Mortensen, Alistair Blair, Herve Pierre e Oscar De La Renta. O designer atual da grife é Gilles Dufour.

domingo, 7 de dezembro de 2008

ADRIAN....UM TALENTO SEM SOBRENOME




Data de Nascimento 3 Março de1903 , Naugatuck, Connecticut, USA e faleceu em Naugatuck, 13 September 1959 , Hollywood, California, USA.
Nome do nascimento Adrian Adolph Greenberg Adrian Adolph Greenberg
Ele se aposentou da indústria da moda em 1952 após um ataque cardíaco.
Adrian nunca tentou recriar atual período histórico das roupas, mas as silhuetas usando como uma mola para criar seu conselho de desenhos originais. Frequentou Parson's School of Design em Nova York e estudou em Paris, bem no início dos anos 1920's.
Ele se apresenta como a pessoa que fez concepção do figurino de O Mago de Oz.
Ele iniciou sua carreira profissional, enquanto continuava freqüentando a Escola de Belas Nova York e Artes Aplicadas, contribuindo para o figurino de "George's White Escândalos", em 1921.Ele foi então contratado pela
Natacha Rambova desenhando para o filme independente de seu marido, Rudolph Valentino. Adrian foi contratado por Cecil B. DeMille para se tornar chefe de figurinista, no seu novo estúdio. Adrian assinou contrato com a MGM e permaneceu até 1942 com o estúdio. Ele abriu seu próprio negócio muito bem sucedido costura e continuou a fazer alguns filmes, até que expandiu seus negócios, com um salão em Nova York, bem como Beverly Hills. Sua modas foram vendidas em lojas ao redor os E.U. e ele foi o destinatário da Coty 1944 Prêmio de Moda. Ele se aposentou da indústria da moda em 1952 após um ataque cardíaco. Ele retornou para os E.U. para fazer "Grand Hotel", um musical com Viveca Lindfors e Paul Muni e sua última carreira de crédito foi o fato de concepção para a Broadway musical "Camelot". Ele estava trabalhando nesta produção quando morreu de ataque cardíaco em 13 de setembro de 1959.
Nunca ganhou um Oscar, nem mesmo por seus trajes de "O Mago de Oz", ele ainda é considerado pela maioria como o maior traje Hollywood designer.
O Mago de Oz (1939) foram inteiramente feito de feltro.
Creditado com a criação do ombro acolchoadas moda tendência que se tornou uma "marca registrada" da atriz
Joan Crawford.



"Quando o encanto vai para Garbo, vai por mim também."

ALIX GRÉS


Vou falar sobre a estilista quase desconhecida que foi a responsável pelos drapeados na moda, mas que não é muito conhecida do grande público - de fato, a coitada acabou morrendo sem um vintém num asilo.
Alix Grès é uma parisiense nascida em 1903 que queria ser escultora, só que isso não deu lá muito certo, e ela acabou entrando para o ramo da moda nos anos 30 - a melhor época na História para uma mulher ser estilista e trabalhar em Paris (elas simplesmente bombavam!).

Enquanto resto dos estilistas da época (Chanel, Lavin, Shiaparelli…) criavam roupas totalmente novas e modernas, Alix se voltou para o passado. Inspirando-se na Antiguidade Clássica (Influência de seu passado de escultora? Eu acredito que sim), ela criou vestidos que seguiam e realçavam o corpo da mulher. Para alcançar esse efeito, ela usou e abusou de drapeados e pregueados em tecidos delicados.
Escultura romana do séc II, uma das criações da estilistae vestido da última coleção da Marchesa.
Grès foi muito popular em sua época, chegando a vestir algumas das mais famosas estrelas de cinema, como Marlene Dietrich e a princesa Grace Kelly. Infelizmente, com a concorrência a casa acabou enfrentando uma grave crise financeira, que iria levar Alix à miséria. Hoje a marca é famosa pelos seus perfumes, especialmente Cabochard e Cabotine.

NINA RICCI


Nina Ricci (sua verdadeira nome Maria Adelaide Nielli) (NASCCEU EM Turim, 14 de Janeiro 1883 E FALECEU EM -30 novembro 1970), costureira francês de origem italiano. Nascido em Turim, mudou-se para Florença com 5 anos e França com 12. Ele casou-se com Luigi Ricci e tinha um filho.
Foi um dos designers de alta costura mais famosas do seu tempo e passou parte da sua vida em uma casa
art deco ao litoral de Dossen.
Ele trabalhou principalmente em perfumaria (L'Air du Temps, etc) e com pessoas como
Andy Warhol.

ELZA SCHIAPARELLI





A moda e a arte sempre caminharam juntas para Elsa Schiaparelli, uma italiana de alma francesa, que não criava apenas vestidos, chapéus e acessórios, mas verdadeiras obras de luxo e excentricidade. Suas roupas eram feitas para impressionar, para destacar a mulher que as usava.Schiap, como era conhecida em Paris, viveu o auge de seu sucesso durante a década de 30. Era amiga dos artistas da época, como Jean Cocteau e Christian Bérard, mas foi com o surrealismo de Salvador Dalí que ela mais se identificou. Chegaram a trabalhar juntos em várias criações, como o chapéu-sapato, a bolsa em forma de telefone, o tailleur com vários bolsos em forma de gaveta e o vestido decorado com uma grande lagosta.

A vida em rosa-choque ( CRIADORA DA COR) Seu estilo moderno e excêntrico a fez criar um tom de rosa eletrizante, o qual ela chamou de "shocking", o famoso rosa-choque. Em 1938, Schiap lançou um perfume com o mesmo nome - "Shocking". O frasco foi desenhado pela pintora surrealista Leonor Fini e tinha a forma de um torso feminino. Na verdade, o da atriz Mae West, que encarnava a ousadia do estilo Schiap. O seu livro de memórias, lançado em 1954, também recebeu o nome da sua cor preferida.O estilo marcante de Elsa Schiaparelli talvez pudesse ser representado pelo seu rosa "Shocking, descrito por Yves Saint-Laurent como: "Uma provocação".





"Quando o vento arranca o chapéu da sua cabeça e o faz voar cada vez mais longe, é preciso correr mais rápido que o vento para alcançá-lo. Eu sempre soube que para construir mais solidamente, às vezes somos obrigados a destruir, a fim de estabelecer uma nova elegância para as maneiras brutais da vida moderna."
Elsa SChiaparelli
1953/Folha Imagem



A vida em rosa-choqueSeu estilo moderno e excêntrico a fez criar um tom de rosa eletrizante, o qual ela chamou de "shocking", o famoso rosa-choque. Em 1938, Schiap lançou um perfume com o mesmo nome - "Shocking". O frasco foi desenhado pela pintora surrealista Leonor Fini e tinha a forma de um torso feminino. Na verdade, o da atriz Mae West, que encarnava a ousadia do estilo Schiap. O seu livro de memórias, lançado em 1954, também recebeu o nome da sua cor preferida.O estilo marcante de Elsa Schiaparelli talvez pudesse ser representado pelo seu rosa "Shocking, descrito por Yves Saint-Laurent como: "Uma provocação".